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By Elsie Silver
Meu contrato diz que o acordo é por dois meses... Mas meu coração diz que é para sempre. Ser babá de um garotinho por alguns meses deveria ser fácil, o problema é que Willa não consegue tirar os olhos do pai dele e o pai dele não consegue tirar as mãos dela. Depois que o bar onde ela trabalha fecha para reformas, Willa Grant fica sem rumo na vida. Mas sua amiga Summer tem a solução ideal e a convida para passar o verão no rancho sendo babá de Luke, sobrinho do noivo dela. O pai de Luke, Cade, evita até olhar para Willa. E tudo bem, porque além de ser rude e mal-humorado, ele ainda é 13 anos mais velho que ela. O problema é que Cade tem os ombros largos, as mãos calejadas e uma boca suja que deixam Willa com as pernas bambas. Quando eles acabam juntos na banheira de hidromassagem para um jogo de verdade ou consequência, todas as suas convicções caem por terra. Assim como as roupas dos dois. À medida que se entregam à atração, Willa percebe que a rispidez dele é só fachada. Afinal, nunca se sentiu protegida assim com homem nenhum. E Cade começa a ver que, quando aceita o risco e abre o coração, coisas boas podem acontecer. Quem sabe até o amor.
By Naomi Klein
✶ Best-seller Imediato Do The New York Times ✶ Ganhador Do Women's Prize De Não Ficção 2024 ✶ Presente Na Lista Dos Melhores Livros Do Ano Do New York Times, Guardian, Time E Slate ✶ Traduzido Para Mais De 30 Idiomas Doppelgänger: Palavra De Origem Alemã Que Significa Duplo Ambulante. Refere-se à Ideia De Que Cada Indivíduo Tem O Seu Sósia, Muitas Vezes Uma Cópia Maligna, Circulando Por Aí. É Com Esse Termo Que A Canadense Naomi Klein Identifica A Outra Naomi, Uma Jornalista Com Quem Passa A Ser Confundida. O Problema é Que, Enquanto Klein é Uma Das Vozes Mais Respeitadas Entre Intelectuais De Esquerda No Mundo Todo, Sua Doppelgänger Se Torna, Em Plena Pandemia, Assumida Negacionista, Antivacina E Difusora De Teorias Da Conspiração Das Mais Variadas, Com Ampla Interlocução Nos Canais Da Extrema Direita. Em Doppelgänger – Uma Viagem Através Do Mundo-espelho, A Escritora Naomi Klein Faz Uma Investigação De Fôlego No Submundo Online Da Desinformação E Das Teorias Conspiratórias. Autora De Vários Best-sellers E Traduzida Em Mais De Trinta Idiomas, Ela Analisa Como Funciona Essa Realidade Paralela, Um Mundo Invertido No Qual As Pessoas Embarcam Em Uma Teia De Verdades Facilmente Contestáveis E Assumem Discursos Fanáticos, Repletos De Violência E Paranoia, Expandindo A Polarização Das Redes Sociais Para Diversas Outras Esferas Da Sociedade. No Paralelo Com Alice, Que Se Lança Do Outro Lado Do Espelho, Mergulha Na Toca Do Coelho E Vê O Mundo Invertido, Naomi Klein Usa A Cultura Doppelgänger Como Ponto De Partida E De Análise Em Sua Envolvente Narrativa. Ao Longo Dos Capítulos, Ela Entrelaça Temas Aparentemente Tão Diversos Como A Cultura Digital E A Luta Antirracista, Os Esquecidos Do Capitalismo E O Conflito Israel-palestina. Uma Viagem Que Passa Obrigatoriamente Pelo Brasil, Que Vive Então Sob O Governo Bolsonaro. A Edição Da Carambaia Tem Tradução De Renato Marques E Conta Com Posfácio Do Filósofo E Professor Da Puc-rio Rodrigo Nunes.
By Marlen Haushofer
Ao Acordar Sozinha No Chalé De Caça Onde Estava Hospedada Nos Alpes Austríacos, A Narradora Deste Romance Descobre-se Cercada Por Uma Barreira Invisível E Intransponível. Do Outro Lado, O Mundo Parece Petrificado, Suspenso Num Misterioso Estado De Destruição Imóvel E Silenciosa. Sem Acesso à Civilização, Ela Precisa Aprender A Sobreviver Em Completa Solidão, Acompanhada Apenas Por Um Cachorro Chamado Lince, Uma Vaca Que Batiza De Bella E Uma Gata. A Certa Altura De Seu Isolamento, Põe-se A Escrever Um Relato — O Próprio Romance Que Lemos — No Qual Narra O Abandono Gradual De Sua Identidade Social, E Particularmente Da Ideia De Feminilidade Que A Sociedade Lhe Impunha. A Narradora De Haushofer Passa Grande Parte Do Romance Se Despindo De Sua Essência, Observa James Wood No Posfácio Incluído Nesta Edição Brasileira. A Primeira Coisa A Ir Embora é O Exoesqueleto Social De Sua Feminilidade. Reconhecida Como Uma Das Grandes Obras Da Literatura Distópica E Feminista, E Publicada Em 1963 — Um Prenúncio Dos Piores Anos De Tensão Nuclear Na Guerra Fria —, A Parede Apresenta, Com Precisão E Força Narrativa, Uma Jornada íntima E Universal. Ao Mesmo Tempo, Propõe Uma Visão Também Utópica: Sozinha, A Protagonista Forma Uma Nova Comunidade Baseada No Cuidado E Na Conexão Com A Natureza. Para Ela, Amar Um Animal Se Torna Mais Fácil — E Talvez Mais Verdadeiro — Do Que Amar Um Ser Humano. Em Uma Narrativa Que Combina O Realismo Vívido Da Vida Reconstruída A Partir Do Essencial — Plantar, Caçar, Cuidar — E Uma Meditação Filosófica Sobre O Tempo, O Corpo E O Sentido Da Vida, Haushofer Captura Uma Radical Dessencialização Do Humano. É Difícil Deixar De Lado Um Delírio De Grandeza Há Muito Enraizado, Constata A Narradora. A Parede é Um Clássico Que Desafia A Ideia De Progresso E Nos Confronta Com A Pergunta: O Que Realmente Importa Quando Tudo O Que Resta é Sobreviver?
By Valter Hugo Mãe
Um romance delicado e profundo de Valter Hugo Mãe sobre o amor fraterno e a necessidade de cuidar de alguém Pode o amor de um irmão ser divino igual ao amor de uma mãe? Como os pássaros, os irmãos Pouquinho e Felicíssimo vivem nas alturas, em casas incrustadas em uma rocha íngreme na pequena comunidade do Buraco da Caldeira, na Ilha da Madeira. É ali, entre a natureza indomável, uma paisagem mítica e a fé imensurável, que eles passam os seus dias em meio à labuta diária, movidos por um amor sublime, que corteja o divino. Desde o nascimento de Pouquinho, Felicíssimo soube que lhe caberia a função de cuidar do irmão caçula, que nasceu com uma condição física incomum e flanava em algum lugar entre o estranho e o santificado. Felicíssimo, porém, aceita desde o primeiro momento esse compromisso não como um dever, mas como um ato supremo de afeição. Com um projeto gráfico especial e prefácios do músico Rodrigo Amarante e do professor de Literatura Carlos Reis, Deus na escuridão explora a ideia de que amar é sempre um sentimento que se exerce na escuridão. Um manifesto de lealdade e resiliência assinado com a maestria literária que tornou Valter Hugo Mãe um dos mais laureados autores do nosso tempo.
By Joana Bértholo
Quando a tecnologia das megacorporações se sobrepõe cada vez mais aos governos, um algoritmo chega para acabar de vez com o último refúgio da liberdade individual: a linguagem. A partir de então, o uso das palavras passa a ser pago e monitorado, fazendo com que as pessoas deixem de ser apenas consumidores para se tornarem também produtos. E é através das vozes de vários personagens — e dos seus silêncios, última forma de resistência — que acompanhamos os ecos de uma distopia tão inventiva quanto assustadoramente verossímil. Afinal, o que acontece quando só dizemos aquilo pelo que podemos pagar?
By Elisama Santos
Como estabelecer limites, lidar com temas difíceis e melhorar os relacionamentos através da comunicação não violenta. Edição limitada autografada. Acompanha caderno personalizado. Em Conversas corajosas, Elisama Santos, psicanalista, consultora em comunicação consciente e educadora parental, nos propõe a um mergulho no autoconhecimento, a partir dos pilares da comunicação não violenta (CNV). A CNV foi desenvolvida por Marshal Rosenberg, autor de frases como: "Quando compreendemos as necessidades que motivam nosso próprio comportamento e o de outros, não temos inimigos" e "A CNV nos ajuda a nos conectarmos uns com os outros e com nós mesmos de uma forma que permite que nossa compaixão natural floresça". Elisama, que chegou à lista dos livros mais vendidos do país, guia leitoras e leitores em sete capítulos, desenhados por meio de histórias vividas, lidas ou ouvidas. Nessa jornada, é possível entender o que é coragem – e como ela pode guiar as suas ações – e qual a importância, nos relacionamentos, de conhecer os próprios limites e o que realmente importa para você. Autora celebrada, Elisama também ajuda a identificar, sem procurar por mocinhos(as) e vilões(ãs), as pequenas chantagens emocionais do dia a dia – as que fazemos e as que recebemos – e como sair delas. Faz com que percebamos que relacionamentos pedem mais que amor e nos oferece ferramentas para chegar a uma comunicação mais clara, capaz de chegar a um meio-termo entre os próprios desejos e os do outro. Especialista em comunicação consciente, ao abordar a segunda camada das nossas conversas, Elisama nos ensina a como escutar para além das próprias projeções. No tópico "Lidando com temas difíceis", ela nos apresenta caminhos para agir quando a opinião do outro parece absurda demais para ser verdade. Por fim, nos ajuda a aceitar que a vulnerabilidade não é algo ruim, mas é uma arma poderosa para nos aproximar do outro. Com prefácio de Joice Berth, Conversas corajosas é voltado a todas as pessoas que desejam conversar de igual para igual com pais, cônjuges, filhos, amigos e chefes, mesmo quando o assunto é difícil. Sua linguagem é leve, como uma conversa entre amigos, mas com conteúdo riquíssimo, entre explicações e dicas para aumentar a empatia e estabelecer relações honestas. Elisama Santos é escritora e psicanalista. Autora dos best-sellers Educação não violenta (2019) e Por que gritamos? (2020), ambos publicados pela Paz & Terra. Escreve e palestra sobre educação parental e sobre a construção de relacionamentos mais saudáveis e harmoniosos, por meio da comunicação não violenta. Mãe de Miguel e Helena, compartilha nas redes sociais suas reflexões sobre maternidade, relacionamentos amorosos, pluralidade e poder do diálogo. Acredita na empatia e na compaixão como poderosas ferramentas de transformação social. "A leitura dos livros de Elisama vale muito." – Taís Araújo "Eu convido você a ser abraçado pelas palavras certeiras, honestas e sempre úteis de Elisama." – Alexandre Coimbra, escritor e psicólogo do programa Encontro com Fátima Bernardes
By Devney Perry
Fenômeno do TikTok, Devney Perry criou um misto de gêneros que conquistou os corações dos leitores — Aconteceu em Indigo Ridge é, ao mesmo tempo, um suspense cheio de tensão e um romance ardente. "Aqueles olhos azul-índigo arderam nos meus. Viram os medos. As dúvidas. As frustrações. Eles me ofereciam um lugar para guardar tudo aquilo. Um lugar para simplesmente... ser eu mesmo." A cidadezinha de Quincy, Montana, parece uma região rural tranquila, cuja paz é perturbada apenas pelas fofocas dos moradores. Quando Winslow Covington se muda para assumir o cargo de chefe da polícia local, definitivamente não espera descobrir que sete suicídios foram registrados ali na última década. Poucos dias depois de Winslow começar em seu novo emprego, o corpo de uma jovem é encontrado na base do penhasco de Indigo Ridge, dentro do rancho da família Eden. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas ninguém parece muito interessado em descobrir. Para piorar, Griffin Eden, o dono do rancho, é ninguém menos do que o caubói charmoso com quem Winslow teve uma noite tórrida assim que chegou na cidade. Dormir com Griffin foi um grande erro; além de não acreditar na relevância da investigação, ele fica lembrando a todos que Winslow é uma forasteira ali. Ela faz o possível para evitá-lo, mas é impossível tentar desvendar o que aconteceu em Indigo Ridge sem cruzar seu caminho. À medida que as pistas apontam que aqueles casos podem não ter sido suicídios, Griffin percebe duas coisas: a primeira é que Winslow sabe o que está fazendo; a segunda é que é impossível resistir àqueles olhos azuis. CONTEÚDO ADULTO.
By Adiba Jaigirdar
"Eu me apaixonei pelo namoro falso de Hani e Ishu, e senti todas as emoções com esse livro. Adiba retrata de forma inesquecível não só o amor romântico, mas também o amor entre amigos e família." Lucas Rocha, autor de Você tem a vida inteira *** Assim que Hani se assume bissexual, suas melhores amigas pas¬sam a questionar a sexualidade dela. Afinal, como ela poderia ser bissexual se só relacionou com garotos antes? Determinada a ter sua identidade aceita, ela inventa para suas amigas que está na¬morando Ishita Dey, conhecida como Ishu, a aluna mais inteligente (e antissocial) da sala. Quando Hani conta para Ishu sobre a ideia de terem um namoro falso, Ishu aceita, mas com uma condição: Hani deve ajudá-la a se tornar Líder Estudantil. É o plano perfeito para as duas, até que as amigas de Hani passam a sentir ciúmes da relação de Hani e Ishu. Agora, Hani tem uma importante decisão a tomar: ela deve termi¬nar a relação com Ishu para não estragar suas amizades? Ou será que deve contar para Ishu como verdadeiramente se sente em relação a ela?
By Stênio Gardel
Neste primoroso romance de estreia, acompanhamos a trajetória de Raimundo, homem analfabeto que na juventude teve seu amor secreto brutalmente interrompido e que por cinquenta anos guardou consigo uma carta que nunca pôde ler. * Livro vencedor do National Book Award de melhor obra traduzida de literatura. Aos 71 anos, Raimundo decide aprender a ler e a escrever. Nascido e criado na roça, não foi à escola, pois cedo precisou ajudar o pai na lida diária. Mas há muito deixou a família e a vida no sertão para trás. Desse tempo, Raimundo guarda apenas a carta que recebeu de Cícero, há mais de cinquenta anos, quando o amor escondido entre os dois foi descoberto. Cícero partiu sem deixar pistas, a não ser aquela carta que Raimundo não sabe ler — ao menos até agora. Com uma narrativa sensível e magnética, o escritor cearense Stênio Gardel nos leva pelo passado de Raimundo, permeado de conflitos familiares e da dor do ocultamento de sua sexualidade, mas também das novas relações que estabeleceu depois de fugir de casa e cair na estrada, ressignificando seu destino mais de uma vez. "A magnitude deste romance está, primeiro, na invenção de um enredo poderoso sobre a dor da exclusão — a exclusão da miséria, do analfabetismo, da solidão, do preconceito. E se completa com a força da linguagem que molda a história, palavra a palavra, na tradição dos grandes narradores brasileiros." — Socorro Acioli, autora de A cabeça do santo