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By Jessica Anya Blau
Quase Famosos encontra Daisy Jones & The Six nesta história encantadora sobre uma garota de quatorze anos que atinge a maioridade na década de 70 [...]. New York Times Mary Jane é uma adolescente que adora cozinhar com a mãe, cantar no coral da igreja e ouvir discos. Tímida, discreta e gentil, ela consegue um emprego como babá da filha de um médico — um trabalho respeitável em uma casa respeitável, pelo menos é o que pensam os pais de Mary Jane. Mas logo no primeiro dia de trabalho, Mary Jane descobre que foi parar na casa de uma família hippie que vive de um jeito completamente diferente de sua própria família. Para completar — e ainda mais fora da caixinha! —, o médico em questão é um psiquiatra que trata de um famoso astro do rock viciado em drogas. A convivência com essa nova família desperta em Mary Jane sentimentos e percepções que, até então, ela nunca tinha vivido. Dividida entre o estilo de vida rígido que sempre conheceu e a liberdade que descobre ser possível, como será que Mary Jane vai terminar o verão? Mary Jane é uma viagem musical, divertida e espirituosa pela década de 70. Acompanhe a chegada dessa protagonista inesquecível à vida adulta e se prepare para descobrir um mundo novo junto com Mary Jane!
By Brynne Weaver
Segundo volume da trilogia Morrendo de Amor, Couro & Rouxinol traz dois inimigos que se apaixonam um pelo outro em uma trama sombria, perigosa e picante.Tudo que o assassino de aluguel Lachlan Kane quer é uma vida pacata em seu ateliê de artigos de couro, livre do passado traumático. Quando ele deixa o melhor cliente de seu chefe na mão, porém, fica claro que nunca conseguirá escapar do submundo.Até que a cantora Lark Montague lhe propõe um trato: ela pode garantir a segurança dele, mas ele vai ter que se casar com ela para isso. Ainda que os dois não se suportem.Lachlan acha que Lark é só uma filhinha de papai privilegiada, mas há muitos segredos nas sombras da aparente alegria dela. Com a família em colapso e a felicidade da melhor amiga em risco, Lark decide se tornar esposa do homem que está determinada a detestar, mesmo que ele seja uma tentação em forma de matador profissional.Enquanto os dois circulam pelo mundo decadente que os une, o casamento parece cada vez mais real. Assim como os perigos, que não são apenas os que eles conhecem.Há um vilão com muito mais sede de sangue à espreita.
By Devney Perry
Fenômeno do TikTok, Devney Perry criou um misto de gêneros que conquistou os corações dos leitores — Aconteceu em Indigo Ridge é, ao mesmo tempo, um suspense cheio de tensão e um romance ardente. "Aqueles olhos azul-índigo arderam nos meus. Viram os medos. As dúvidas. As frustrações. Eles me ofereciam um lugar para guardar tudo aquilo. Um lugar para simplesmente... ser eu mesmo." A cidadezinha de Quincy, Montana, parece uma região rural tranquila, cuja paz é perturbada apenas pelas fofocas dos moradores. Quando Winslow Covington se muda para assumir o cargo de chefe da polícia local, definitivamente não espera descobrir que sete suicídios foram registrados ali na última década. Poucos dias depois de Winslow começar em seu novo emprego, o corpo de uma jovem é encontrado na base do penhasco de Indigo Ridge, dentro do rancho da família Eden. Não se sabe exatamente o que aconteceu, mas ninguém parece muito interessado em descobrir. Para piorar, Griffin Eden, o dono do rancho, é ninguém menos do que o caubói charmoso com quem Winslow teve uma noite tórrida assim que chegou na cidade. Dormir com Griffin foi um grande erro; além de não acreditar na relevância da investigação, ele fica lembrando a todos que Winslow é uma forasteira ali. Ela faz o possível para evitá-lo, mas é impossível tentar desvendar o que aconteceu em Indigo Ridge sem cruzar seu caminho. À medida que as pistas apontam que aqueles casos podem não ter sido suicídios, Griffin percebe duas coisas: a primeira é que Winslow sabe o que está fazendo; a segunda é que é impossível resistir àqueles olhos azuis. CONTEÚDO ADULTO.
By Carla Madeira
A narrativa começa com a pergunta: como se chega ao extremo? Vedina, uma mulher destroçada por um casamento marcado pelo desamor, em um momento de descontrole abandona seu filho e, imediatamente arrependida, volta para o lugar onde o deixou e não encontra quaisquer vestígios de sua presença. Este é o acontecimento nuclear da trama que expõe as entranhas de uma família – pai alcóolatra, mãe controladora, irmãos gêmeos tensionados pelas diferenças – que, como tantas outras famílias, torna-se um lugar onde as singularidades de cada um não são acolhidas, criando rachaduras por onde a violência se infiltra.
By Freida McFadden
43 SEMANAS NA LISTA DE MAIS VENDIDOS DO THE NEW YORK TIMESNão espie por trás da porta!“Freida McFadden segue entregando aquilo que faz de melhor: enganar o leitor da primeira à última página!” – Tiago Valente, booktoker com mais de meio milhão de seguidoresMillie está de volta! A aguardada sequência de A empregada.Millie saiu da casa dos Winchesters e está mais uma vez procurando emprego. Agora o segredo que ela precisa proteger é mais sombrio ainda.Achar alguém que não faça mil perguntas sobre a vida – e o passado – de uma candidata a empregada costuma ser praticamente impossível. Por isso Millie mal consegue acreditar quando Douglas Garrick a contrata.O plano dela é trabalhar na casa da família por um período curto, de preferência sem atrair nenhuma atenção, até alcançar seu objetivo maior.Só que, enquanto ela passa os dias limpando a cobertura deslumbrante e preparando pratos requintados para o casal, a Sra. Garrick nunca sai do quarto. Na verdade, as duas não foram sequer apresentadas. E Millie tem certeza de que já a ouviu chorando.Certo dia, ao colocar a roupa para lavar, ela vê manchas de sangue na camisola da mulher. Não é a primeira vez, e Millie decide descobrir o que está acontecendo. Quando finalmente consegue entrar no quarto, o que vê lá dentro muda todos os seus planos.Alguém precisa pagar. E o preço depende unicamente do que Millie está disposta a fazer.
By Clarice Lispector
Clarice, me dá tua mão. Tudo parece de novo impossível nesse frêmito de eternidade que é o presente, mas confio na nossa aproximação: aconteceu daquela vez o impensável; adaptar A paixão segundo G.H. para o teatro. Não fui sozinha como você, embora quando estive ali, cara a cara com a barata, era eu mesma, sozinha como um caco de vidro, um cachorro e uma galinha estão sós e cara a cara. Com o quê? Consigo. Eu fui, ao encarnar durante mais de dois anos a G.H. num monólogo para o teatro – adaptado por Fauzi Arap e dirigido por Enrique Díaz –, uma pessoa sem a pessoa que eu era antes para fazer companhia para mim mesma. Fui perdendo as cascas, o invólucro, mergulhando em águas cada vez mais densas e profundas, perdendo o contorno humano, transladei para outra, outro lugar, desconhecido, terrível e maravilhoso, que não eu. Mas houve as mãos que me ajudaram na travessia. As suas mãos, Clarice. As suas mãos de escritora que tantas vezes anseiam as nossas para irmos contigo, nessa grande odisseia de uma mulher que viaja para dentro de si e se despersonaliza. Ela desvira o Eu. Ela se te revira. Não é brincadeira o que acontece aqui, é coisa que se lê e se toma e entra no próprio sangue, é saber xamânico, potente, destruidor e revivificador. Nada se cria sem desfazer essas camadas de noções fossilizadas sobre nós mesmos e o mundo. Tuas palavras agem sobre mim, ainda e sempre. Agora, neste ano de 2020, é seu aniversário de 100 anos. A paixão foi escrito em 1964. Imagino você aqui escrevendo sobre o agora, o momento presente atravessando as paredes de sua casa e de seu corpo e se metamorfoseando em palavras que você escreve e essas palavras agem, transformam a vida. Nós estamos olhando a vida que se nos olha, Clarice. A vida se nos é, e se me é, tão radicalmente agora, que voltei a andar com teu livro colado em mim. Livro que é registro desse tempo eterno onde fracassamos e vamos de novo, com o fracasso das nossas existências e palavras. Das milhares de apresentações possíveis que eu poderia fazer, eu escolho dizer sim; sim, leia este livro como experiência que se vive. Entrar pelo corpo, e ir com as palavras mais "pelo que elas fazem do que pelo que elas falam", ir com G.H., atravessando esses portais e ir se perdendo nas paredes, nos hieróglifos da casa, nas marcas deixadas pelo outro, e ir indo, parando e recuperando o fôlego até mergulhar completamente nesta obra extraordinária que nunca mais vai parar de acontecer. — Mariana Lima, Atriz e produtora Nova edição de A paixão segundo G. H. em capa dura e forração de tecido para coleção Clarice Essencial com posfácio de Luiz Fernando Carvalho.
By Fernando Sabino
Relato das aventuras e desventuras de Viramundo e de suas inenarráveis peregrinações Clássico de Fernando Sabino que mistura o riso e o patético, a sátira e a tragédia, a sanidade e loucura. Na linha da novela picaresca, em que o personagem desloca-se por um espaço indefinido, à cata dos conflitos para resolvê-los heroicamente, Viramundo vive uma seqüência de peripécias em Minas Gerais. Comporta-se sempre como o bem-intencionado, o puro, o ingênuo, mesmo submetido às artimanhas e maldades do mundo.
By Hannah Nicole Maehrer
O terceiro volume da série Assistente do Vilão, a fantasia divertida fenômeno do TikTokOFERECE-SE RECOMPENSA! Procura-se a aprendiz do Vilão por traição (leve), dano à propriedade mágica (supostamente) e um incidente envolvendo um pãozinho transformado em arma (confirmado). Frequentemente vista acompanhada de um sapo mal-humorado (usa coroa, é malcomportado). Atende por “Evie” ou “Fique quieta”.Evie Sage jamais teve a intenção de se tornar o braço direito do vilão mais temido do reino. Num minuto, ela estava se candidatando a uma vaga de nível básico que prometia “pouca papelada e decapitações ocasionais”, e no seguinte, já estava afundada até o pescoço em caos mágico, planos de assassinato e uma quedinha totalmente inapropriada por seu chefe carrancudo — dono de um maxilar esculpido e energia de catástrofe ambulante.Entre uma profecia mágica prestes a ruir, assassinos surgindo na sala de descanso e uma quantidade altamente suspeita de sapos usando coroas, Evie precisa dar um jeito de sobreviver a esse emprego — sem implodir o reino. Ou a própria dignidade, que já está por um fio... bem sarcástico. Estar ao lado do mal nunca fez parte dos seus planos. Mas, pensando bem... também não fazia parte se apaixonar pelo Vilão.Em Aliada do Vilão, Evie vai descobrir que, às vezes, ser cúmplice do mal é só o começo — porque, quando o reino inteiro ameaça desmoronar (e seu chefe sumir de novo, só para variar), ela precisará decidir até onde vai sua lealdade… e seu coração. Na trilogia Assistente do Vilão, Hannah Nicole Maehrer mistura contos de fadas, humor afiado e caos corporativo em uma fantasia romântica irresistível — provando, de uma vez por todas, que príncipes são ótimos… mas vilões são ainda melhores.
By Clarice Lispector
As crônicas de Clarice Lispector publicadas no Jornal do Brasil de 1967 a 1973 nos permitem compreender melhor a escritura desta que se consagrou como uma das maiores escritoras do Brasil. Se nos contos e romances o mistério de uma narrativa envolve o leitor num processo quase que iniciático, nas crônicas esse mistério vai aos poucos sendo desvendado, revelando o mundo pessoal e subjetivo da autora enigmática que viveu no Leme, próximo às areias e ao mar de Copacabana, que tanto apreciava. Ao aceitar o convite do JB para escrever uma coluna aos sábados, Clarice Lispector sente a estranheza entre ser escritora e jornalista: "Na literatura de livros permaneço anônima e discreta. Nesta coluna, estou de algum modo me dando a conhecer", comenta na crônica de 21 de setembro de 1968. Gênero leve, ameno, de leitura mais fácil, a crônica traz quase sempre a interpretação de um fato conhecido por todos, investido pela subjetividade de quem comenta o assunto, dando um sabor novo ao acontecido. Com a sua despretensão, a crônica quebra o monumental, o extraordinário, celebrando o cotidiano, o dia a dia e mostra belezas insuspeitáveis através da argúcia, da graça, do humor de quem a escreve. A informalidade investe de leveza uma linguagem cuja densidade busca revelar o segredo das coisas mais simples, o cotidiano transfigurado pelo olhar de Clarice, que redescobre nas Macabéas de todo dia a luminosidade de uma presença estelar. Entre flanelas e vassouras, mulheres simples e humildes se transformam em personagens que se eternizam. Aninha, Jandira, Ivone ou Aparecida são algumas dessas estrelas que saem de suas vidas apagadas para serem reveladas pelo olhar atento e sensível, onde escapa, por vezes, um leve e sorrateiro toque de humor, como no caso da empregada que fazia análise, ou da "mineira calada", que gostava de ler livros complicados.