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By Naomi Klein
✶ Best-seller Imediato Do The New York Times ✶ Ganhador Do Women's Prize De Não Ficção 2024 ✶ Presente Na Lista Dos Melhores Livros Do Ano Do New York Times, Guardian, Time E Slate ✶ Traduzido Para Mais De 30 Idiomas Doppelgänger: Palavra De Origem Alemã Que Significa Duplo Ambulante. Refere-se à Ideia De Que Cada Indivíduo Tem O Seu Sósia, Muitas Vezes Uma Cópia Maligna, Circulando Por Aí. É Com Esse Termo Que A Canadense Naomi Klein Identifica A Outra Naomi, Uma Jornalista Com Quem Passa A Ser Confundida. O Problema é Que, Enquanto Klein é Uma Das Vozes Mais Respeitadas Entre Intelectuais De Esquerda No Mundo Todo, Sua Doppelgänger Se Torna, Em Plena Pandemia, Assumida Negacionista, Antivacina E Difusora De Teorias Da Conspiração Das Mais Variadas, Com Ampla Interlocução Nos Canais Da Extrema Direita. Em Doppelgänger – Uma Viagem Através Do Mundo-espelho, A Escritora Naomi Klein Faz Uma Investigação De Fôlego No Submundo Online Da Desinformação E Das Teorias Conspiratórias. Autora De Vários Best-sellers E Traduzida Em Mais De Trinta Idiomas, Ela Analisa Como Funciona Essa Realidade Paralela, Um Mundo Invertido No Qual As Pessoas Embarcam Em Uma Teia De Verdades Facilmente Contestáveis E Assumem Discursos Fanáticos, Repletos De Violência E Paranoia, Expandindo A Polarização Das Redes Sociais Para Diversas Outras Esferas Da Sociedade. No Paralelo Com Alice, Que Se Lança Do Outro Lado Do Espelho, Mergulha Na Toca Do Coelho E Vê O Mundo Invertido, Naomi Klein Usa A Cultura Doppelgänger Como Ponto De Partida E De Análise Em Sua Envolvente Narrativa. Ao Longo Dos Capítulos, Ela Entrelaça Temas Aparentemente Tão Diversos Como A Cultura Digital E A Luta Antirracista, Os Esquecidos Do Capitalismo E O Conflito Israel-palestina. Uma Viagem Que Passa Obrigatoriamente Pelo Brasil, Que Vive Então Sob O Governo Bolsonaro. A Edição Da Carambaia Tem Tradução De Renato Marques E Conta Com Posfácio Do Filósofo E Professor Da Puc-rio Rodrigo Nunes.
By Marie Lu
Em Um Mundo Destruído Pela Guerra, Um Time De Jovens Guerreiros EstÁ Disposto A Sacrificar Tudo Para Salvar Aquilo Que Amam. A Federação Karensa Conseguiu Conquistar Todos Os Países, Deixando Mara Como A última Nação Livre Do Mundo. Refugiados Escaparam Para Suas Fronteiras Tentando Fugir De Um Destino Pior Do Que A Morte: Serem Transformados Em Uma Arma De Guerra Mutante E Monstruosa, Conhecida Como Fantasma – Após A Transformação, Eles São Enviados Para Atacar Seus Inimigos. Os Lendários Foices, Guerreiros De Elite De Mara, São Treinados Especialmente Para Destruí-los. Mas A Derrota Parece Inevitável à Medida Que O Número De Fantasmas Cresce E A Federação Avança. Mesmo Assim, Uma Foice Se Recusa A Perder A Esperança. Depois De Ter Sua Voz E Sua Casa Tiradas Dela, Talin Kanami Conhece De Perto A Brutalidade Da Federação. A Crueldade Obrigou Que Ela E Sua Mãe Buscassem Asilo Em Um País Que Considera Seu Povo Repugnante. Ela Só Encontra Conforto Em Um Pequeno Grupo De Foices Que Juraram Suas Vidas Uns Aos Outros E Estão Determinados A Impedir Karensa A Todo Custo. Quando Um Prisioneiro Misterioso é Trazido Da Frente De Batalha, Talin Acredita Que Ele é Mais Do Que Aparenta Ser. Será Que é Um Espião Da Federação? Ou Seria Ele A Arma Que Pode Salvá-los?
By Jay Kristoff
Mia Corvere, Gladiatti, Escrava E Assassina Infame, Está Foragida. Depois Dos Jogos Mais Sanguinolentos Da História De Godsgrave Terem Como Cena Final O Mais Audacioso Assassinato De Todos Os Tempos Da República De Itreya, Mia Está Sendo Perseguida Por Lâminas Da Igreja Vermelha E Por Soldados Da Legião Luminatii. Talvez Ela Não Consiga Sair Viva Da Cidade Das Pontes E Dos Ossos. Mercurio, Seu Mentor, Está Nas Garras Do Inimigo. O Próprio Irmão, Jonnen, Deseja Vê-la Morta. E Seu Grande Adversário, O Cônsul Julius Scaeva, Está A Um Passo De Dominar Toda A República. Além Disso, Há Algo Mais Assombrando Seu Destino: Um Segredo Fúnebre Cresce Sob A Cidade. Com Sua Amante Ashlinn, O Irmão Jonnen E Um Misterioso Benfeitor, Mia Deve Empreender Uma Perigosa Viagem Pela República A Fim De Encontrar A Resposta Definitiva Para O Enigma De Sua Vida. A Veratreva Se Aproxima. E A Noite Cai Na República, Quem Sabe, Pela Vez Derradeira. Darkdawn é O Terceiro Volume Da Trilogia Best-seller As Crônicas Da Quasinoite, Agora Em Sua Segunda Edição.
By _
Considerada uma das melhores fantasias de todos os tempos, A Guerra da Papoula narra a jornada mágica e sangrenta de uma jovem em uma nação prestes a ruirA guerra está no coração do Império Nikara, e o ópio corre em suas veias. No passado, os heróis que formaram a Trindade uniram a nação contra a poderosa Federação de Mugen, e acreditava-se que eles caminhavam entre os deuses.Décadas depois, a paz reina, mas há boatos de que a Terceira Guerra da Papoula pode estourar a qualquer momento, e a academia militar mais prestigiada do Império prepara seus estudantes para o combate: filhos da elite e, inesperadamente, uma órfã de guerra.Obrigada a se casar com um homem asqueroso, a jovem Rin fez de tudo para reescrever o próprio destino. Estudou para o exame imperial por pura teimosia e, quando conseguiu uma vaga na academia, acreditou estar salva.Mas ela logo aprende que uma garota pobre e de pele escura não tem muito valor naquele lugar. Hostilizada pelos professores e colegas, Rin treina com afinco. Com a ajuda de um mestre excêntrico e de substâncias psicoativas, a jovem passa a cultivar poderes xamânicos e a acessar a força incandescente de uma deusa vingativa, a perigosa Fênix.Quando o conflito com o país vizinho eclode, Rin entende que, para ganhar a guerra, talvez tenha que perder sua humanidade.Em A Guerra da Papoula, R.F. Kuang constrói com maestria um universo de deuses e monstros inspirado na Segunda Guerra Sino-Japonesa, na história militar da China no século XX e na ascensão de Mao Tsé-Tung ao poder. Considerado uma das 100 melhores fantasias de todos os tempos pela revista Time, o livro é uma história brutal e comovente sobre uma jovem que deseja salvar sua naç&atil
By Fabiane Secches, Talita Hoffmann
O livro "Elena Ferrante, uma longa experiência de ausência" acompanha os caminhos da misteriosa escritora italiana, desde a escolha do pseudônimo até a publicação de seu último romance. Ferrante é autora de algumas das obras mais lidas e comentadas dos últimos trinta anos. Com cerca de 12 milhões de exemplares vendidos, foi traduzida para mais de 50 países e se tornou um fenômeno mundial. Mais do que o mistério em torno da figura da autora, o que tem intrigado leitoras e leitores de todo o mundo são os mistérios propostos por sua obra, que Fabiane Secches, pesquisadora e crítica literária, busca esmiuçar nesse livro pioneiro sobre a autora no Brasil. A obra mais célebre de Ferrante, a tetralogia napolitana, inspirou a série "My brilliant friend", exibida aqui pela HBO, que está atualmente em sua segunda temporada. Nesse livro, as leitoras e os leitores de Ferrante poderão retornar aos seus primeiros romances ("Um amor incômodo", "Dias de abandono" e "A filha perdida"), revisitar a complicada amizade de Elena Greco (Lenu) e Rafaella Cerullo (Lila) da tetralogia, sondar o último livro publicado por Ferrante ("A vida mentirosa dos adultos", ainda inédito no Brasil) e acompanhar uma reflexão pormenorizada quanto aos temas e procedimentos de escrita da autora italiana. A comoção causada por seus livros, apelidada de "Febre Ferrante", também inspirou um capítulo à parte deste livro, que reúne comentários de diversos escritores, editores, críticos literários, psicanalistas, professores, pesquisadores e outros pensadores, que buscam analisar aspectos diferentes da obra de Ferrante. O livro de foi ilustrado pela artista Talita Hoffmann —em suas páginas, entre outras imagens, estão dois mapas coloridos traçados a partir do percurso das personagens da tetralogia napolitana. Cada livro acompanha de presente um marcador de página com ilustrações de Hoffmann.
By Serguei Dovlátov
"A mala" (Tchemodan, 1986), livro que consagrou o nome de Serguei Dovlátov (1941–1990) como um dos principais escritores russos do século XX, faz uma viagem pelo tempo através da mala que ele levou consigo ao deixar a União Soviética (1978). Se em "Parque Cultural", o autor-narrador hesita em partir de seu país natal e em "O ofício" já vive como um emigrado, em "A mala" ele desfaz a bagagem de recordações de sua Rússia particular. Cada objeto dentro da mala define uma parte do enredo — de um cinto de oficial do exército e sapatos da nomenclatura até uma jaqueta de Fernand Léger — e abre-se para uma passagem agridoce da vida do inconfundível narrador Dovlátov. Como o próprio autor descreve, “por trás de cada coisa dentro da mala, há uma história dramática, divertida ou absurda”. Com uma narração envolvente, quase como se estivéssemos ouvindo causos numa mesa de bar, os relatos de "A mala" envolvem contrabandistas, jornalistas de caráter duvidoso, escritores de passado obscuro, jovens rebeldes com causa, amizades desfeitas, amigos de copo, suicidas, ícones da sociedade soviética, tendo como pano de fundo a Leningrado dos anos 1970. Por meio de objetos — que são “a história, a época, a marca dessa época, um índice, um monograma” — o livro delineia a atmosfera cultural da cidade criada por Pedro, o Grande e, de anedota em anedota, vai ganhando densidade existencial. Os acontecimentos biográficos, que o autor retrata como bem entende, são apenas um pretexto para que ele desvele camadas contrastantes da realidade, indo da anedota ao drama, como Ígor Sukhikh observa no posfácio. O narrador em primeira pessoa, confundido com o próprio autor, lança um olhar irônico sobre o ser humano, tocando em temas típicos da obra dovlatoviana, como a censura, o alcoolismo, o antissemitismo, as desigualdades sociais e o dilema da emigração, mas aqui ele se coloca em evidência. Ao dedicar uma das histórias ao relacionamento com sua esposa, encontramos um Dovlátov atônito com a própria (in)capacidade de amar. E, como sempre, em sua prosa, "combinam-se o humor e a amargura, a desfaçatez e o sentimentalismo, a anedota ficcional e o documento factual”.
By Becky Albertalli, Adam Silvera
Na sequência de E se fosse a gente?, Becky Albertalli e Adam Silvera dão uma nova chance para a inesquecível história de amor de Ben e ArthurEm 2019, os leitores brasileiros se apaixonaram por E se fosse a gente?, uma narrativa cativante e divertida sobre dois garotos muito diferentes que desafiam os poderes do universo para ficarem juntos. Os aclamados autores Becky Albertalli e Adam Silvera combinam seus talentos novamente na emocionante sequência E se a gente tentasse?, que traz a arte de capa americana, tão pedida e amada pelos leitores. Para comemorar o lançamento, o verso da sobrecapa de E se a gente tentasse? traz a nova arte de capa de E se fosse a gente?, para que os fãs que têm a primeira edição do livro possam embalar seu exemplar.Será que dessa vez o universo vai dar uma nova chance para a história de amor de Ben e Arthur?Ben sobreviveu ao primeiro ano da faculdade. Por pouco. As aulas estão puxadas, trabalhar com o pai é ainda pior, e seu melhor amigo, Dylan, está agindo de maneira estranha há semanas. Pelo menos Ben tem revisado seu livro com Mario, um garoto lindo que vem lhe dando aulas de espanhol e, de quebra, vários beijos. Então talvez não seja tão difícil assim esquecer o ex.Após dois anos, Arthur está de volta a Nova York para fazer o estágio dos sonhos e conquistar o mundo do teatro. Apesar de ter que passar o verão longe do namorado, Mikey, ele sabe que o relacionamento é forte o bastante para superar a distância.Só que os acasos do destino fazem com que Arthur encontre Ben outra vez, e o garoto tenta se convencer de que não há motivos para reconsiderar o futuro deles juntos. Ben, por outro lado, precisa fazer uma escolha que vai mudar tudo e alavancar seus sonhos. Se cada um deve seguir seu caminho, por que Ben não consegue parar de pensar em Arthur?
By Abdellah Taïa
O marroquino Abdellah Taïa foi o primeiro escritor árabe a se assumir homossexual publicamente, em 2006. Para muitos homossexuais vivendo no mundo árabe sob opressão político-religiosa, seu rosto é o único com o qual se identificar, a única inspiração visível. Em seus livros, Abdellah Taïa exibe a dignidade do homossexual árabe. Merecidamente,como autor, ele se tornou um ícone de resistência, e sua obra está entre as mais relevantes no que se produz na literatura atualmente. Aquele que é digno de ser amado é seu primeiro romance publicado no Brasil. O livro toma a forma de quatro cartas. Nas duas primeiras, o personagem principal, Ahmed, homossexual marroquino de 40 anos residente em Paris, escreve à mãe, Malika, morta faz cinco anos, e ao amante francês, Emmanuel, que conheceu no Marrocos aos 17 anos e com quem partiu para a França. As outras duas cartas são dirigidas a Ahmed por Vincent, um amante do passado, e Lahbib, um amigo de infância. Essa correspondência se estende por vinte e cinco anos, de 1990 a 2015. Nas cartas, Ahmed questiona e é questionado sobre sua homossexualidade, sua relação com a mãe, seus vínculos com o Marrocos e sua identidade como árabe na sociedade francesa. Ao partir para a França com Emmanuel e adotar a língua e o modo de vida do colonizador, Ahmed ganhou liberdade para expressar sua sexualidade, mas perdeu suas raízes e sua identidade. Aquele que é digno de ser amado é um livro que fala de vários temas: da relação difícil entre mãe e filho, da dor da homossexualidade, do exílio no estrangeiro, da ilusão de emancipação e da submissão cultural. No entanto, sobretudo, é um livro que fala do colonialismo e das relações de poder, e de como eles se refletem na vida afetiva de um homossexual árabe de 40 anos radicado nos dias de hoje em Paris.
By Rebecca Yarros
Será que duas almas feridas são capazes de curar uma à outra?“A última carta me fisgou desde a primeira página. Uma história emocionante, intensa e completamente viciante.” – Mia Sheridan, autora de A voz do arqueiroBeckett é um militar americano endurecido pelos horrores que já testemunhou na guerra. A não ser pela amizade sincera que tem com Ryan, um soldado de sua unidade, e com a cachorra Bagunça, ele perdeu a fé no amor e na humanidade.Até que Ryan o convence a se corresponder com sua irmã, Ella, que está do outro lado do mundo, em Telluride, no Colorado. Mesmo sem nunca tê-la conhecido pessoalmente, Beckett encontra refúgio nas cartas que os dois trocam e fica totalmente encantado por ela.Quando Ryan morre em combate, Beckett promete cumprir o último pedido do amigo: proteger Ella. O que ele não esperava era encontrá-la lutando sozinha contra um inimigo quase mais cruel do que a morte do próprio irmão.Agora, dividido entre a lealdade ao passado e o desejo de um futuro, Beckett se aproxima de Ella sem revelar sua verdadeira identidade. Mas quanto mais ele se envolve em sua vida, mais seu segredo ameaça destruir tudo.
By Hannah Bonam-Young
O romance fofo, sexy e inclusivo que é sucesso no TikTokWinnifred McNutty, ou Win, para os íntimos, é uma garota independente, que sempre lutou pelo que acredita e jamais se sentiu limitada por ter uma deficiência em uma das mãos.Em uma festa de Halloween, ela conhece Bo — um cara gato, engraçado, divertido e muito sexy. A atração entre eles é instantânea e Win tem a melhor ficada da sua vida, mas decide não procurar mais por ele. Afinal, Bo também é uma pessoa com deficiência e tudo o que Win não quer é dar mais motivos para que os outros se metam em sua vida com ideias capacitistas.Até que, semanas depois, Win descobre que está grávida. Desesperada, ela decide procurar Bo, que fica surpreendentemente empolgado com a notícia enquanto Win perde o sono sem saber se está pronta para assumir essa imensa responsabilidade.Assim, os dois embarcam em uma nova e desafiadora jornada apenas como bons amigos e descobrem as dores e as delícias de esperar por uma criança. Só que a química entre eles é inevitável, e esse plano parece estar prestes a ir por água abaixo quando os sentimentos começam a falar mais alto.Com personagens cativantes e cenas hots de tirar o fôlego, Minha melhor parte é um romance sexy e apaixonante que aborda temas importantes como capacitismo e gravidez acidental. Ideal para os fãs de A babá e A hipótese do amor.