Empfehlungen basierend auf "Sexografias (Em Portuguese do Brasil)"
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von Elsie Silver
Meu contrato diz que o acordo é por dois meses... Mas meu coração diz que é para sempre. Ser babá de um garotinho por alguns meses deveria ser fácil, o problema é que Willa não consegue tirar os olhos do pai dele e o pai dele não consegue tirar as mãos dela. Depois que o bar onde ela trabalha fecha para reformas, Willa Grant fica sem rumo na vida. Mas sua amiga Summer tem a solução ideal e a convida para passar o verão no rancho sendo babá de Luke, sobrinho do noivo dela. O pai de Luke, Cade, evita até olhar para Willa. E tudo bem, porque além de ser rude e mal-humorado, ele ainda é 13 anos mais velho que ela. O problema é que Cade tem os ombros largos, as mãos calejadas e uma boca suja que deixam Willa com as pernas bambas. Quando eles acabam juntos na banheira de hidromassagem para um jogo de verdade ou consequência, todas as suas convicções caem por terra. Assim como as roupas dos dois. À medida que se entregam à atração, Willa percebe que a rispidez dele é só fachada. Afinal, nunca se sentiu protegida assim com homem nenhum. E Cade começa a ver que, quando aceita o risco e abre o coração, coisas boas podem acontecer. Quem sabe até o amor.
von Marlen Haushofer
Ao Acordar Sozinha No Chalé De Caça Onde Estava Hospedada Nos Alpes Austríacos, A Narradora Deste Romance Descobre-se Cercada Por Uma Barreira Invisível E Intransponível. Do Outro Lado, O Mundo Parece Petrificado, Suspenso Num Misterioso Estado De Destruição Imóvel E Silenciosa. Sem Acesso à Civilização, Ela Precisa Aprender A Sobreviver Em Completa Solidão, Acompanhada Apenas Por Um Cachorro Chamado Lince, Uma Vaca Que Batiza De Bella E Uma Gata. A Certa Altura De Seu Isolamento, Põe-se A Escrever Um Relato — O Próprio Romance Que Lemos — No Qual Narra O Abandono Gradual De Sua Identidade Social, E Particularmente Da Ideia De Feminilidade Que A Sociedade Lhe Impunha. A Narradora De Haushofer Passa Grande Parte Do Romance Se Despindo De Sua Essência, Observa James Wood No Posfácio Incluído Nesta Edição Brasileira. A Primeira Coisa A Ir Embora é O Exoesqueleto Social De Sua Feminilidade. Reconhecida Como Uma Das Grandes Obras Da Literatura Distópica E Feminista, E Publicada Em 1963 — Um Prenúncio Dos Piores Anos De Tensão Nuclear Na Guerra Fria —, A Parede Apresenta, Com Precisão E Força Narrativa, Uma Jornada íntima E Universal. Ao Mesmo Tempo, Propõe Uma Visão Também Utópica: Sozinha, A Protagonista Forma Uma Nova Comunidade Baseada No Cuidado E Na Conexão Com A Natureza. Para Ela, Amar Um Animal Se Torna Mais Fácil — E Talvez Mais Verdadeiro — Do Que Amar Um Ser Humano. Em Uma Narrativa Que Combina O Realismo Vívido Da Vida Reconstruída A Partir Do Essencial — Plantar, Caçar, Cuidar — E Uma Meditação Filosófica Sobre O Tempo, O Corpo E O Sentido Da Vida, Haushofer Captura Uma Radical Dessencialização Do Humano. É Difícil Deixar De Lado Um Delírio De Grandeza Há Muito Enraizado, Constata A Narradora. A Parede é Um Clássico Que Desafia A Ideia De Progresso E Nos Confronta Com A Pergunta: O Que Realmente Importa Quando Tudo O Que Resta é Sobreviver?
von Jessica Anya Blau
Quase Famosos encontra Daisy Jones & The Six nesta história encantadora sobre uma garota de quatorze anos que atinge a maioridade na década de 70 [...]. New York Times Mary Jane é uma adolescente que adora cozinhar com a mãe, cantar no coral da igreja e ouvir discos. Tímida, discreta e gentil, ela consegue um emprego como babá da filha de um médico — um trabalho respeitável em uma casa respeitável, pelo menos é o que pensam os pais de Mary Jane. Mas logo no primeiro dia de trabalho, Mary Jane descobre que foi parar na casa de uma família hippie que vive de um jeito completamente diferente de sua própria família. Para completar — e ainda mais fora da caixinha! —, o médico em questão é um psiquiatra que trata de um famoso astro do rock viciado em drogas. A convivência com essa nova família desperta em Mary Jane sentimentos e percepções que, até então, ela nunca tinha vivido. Dividida entre o estilo de vida rígido que sempre conheceu e a liberdade que descobre ser possível, como será que Mary Jane vai terminar o verão? Mary Jane é uma viagem musical, divertida e espirituosa pela década de 70. Acompanhe a chegada dessa protagonista inesquecível à vida adulta e se prepare para descobrir um mundo novo junto com Mary Jane!
von Luciene Nascimento
Prefácio de Lázaro Ramos. Luciene Nascimento é poeta e escritora, e seus vídeos de pedagopoesia somam mais de 3 milhões de visualizações na internet. Foi citada pela imprensa como inspiração para novas gerações na literatura. “Luciene Nascimento é uma explosão em forma de poesia. Foi o que percebi quando tive contato com o seu jeito de compreender a identidade. Ali estavam as questões relacionadas à autoestima, à necessidade de se posicionar ou não, à saúde mental... No entanto, tudo isso vinha impregnado de algo inédito, absolutamente novo: a voz dela. Que bom que vocês terão contato com as palavras de Luciene. Ela ajuda a criar caminhos.” – Lázaro Ramos Nunca mais me esquecerei do dia em que ouvi da boca e da alma de Luciene Nascimento o poema “Tudo nela é de se amar”, que dá título a este livro de estreia. Dita em voz límpida e serena, a poesia produziu em mim a sensação de estar em contato não apenas com a voz dessa moça, mas com as vozes de muitas outras mulheres ancestrais. Era como se Luciene pudesse amalgamar tantas outras vozes silenciadas pela história e fizesse de sua poesia uma porta para um mundo historicamente desprezado, violentado. A voz de Luciene não pede revanche, mas atenção. A voz de Luciene não quer intimidar, mas se impõe pela inteligência, maturidade e potência com que traduz, a partir da sua, a jornada das mulheres negras do Brasil. Luciene Nascimento é nome a ser guardado em lugar especial. Nasce uma voz brilhante na poesia brasileira. — Pascoal Soto
von Joana Bértholo
Quando a tecnologia das megacorporações se sobrepõe cada vez mais aos governos, um algoritmo chega para acabar de vez com o último refúgio da liberdade individual: a linguagem. A partir de então, o uso das palavras passa a ser pago e monitorado, fazendo com que as pessoas deixem de ser apenas consumidores para se tornarem também produtos. E é através das vozes de vários personagens — e dos seus silêncios, última forma de resistência — que acompanhamos os ecos de uma distopia tão inventiva quanto assustadoramente verossímil. Afinal, o que acontece quando só dizemos aquilo pelo que podemos pagar?
von Elisama Santos
Como estabelecer limites, lidar com temas difíceis e melhorar os relacionamentos através da comunicação não violenta. Edição limitada autografada. Acompanha caderno personalizado. Em Conversas corajosas, Elisama Santos, psicanalista, consultora em comunicação consciente e educadora parental, nos propõe a um mergulho no autoconhecimento, a partir dos pilares da comunicação não violenta (CNV). A CNV foi desenvolvida por Marshal Rosenberg, autor de frases como: "Quando compreendemos as necessidades que motivam nosso próprio comportamento e o de outros, não temos inimigos" e "A CNV nos ajuda a nos conectarmos uns com os outros e com nós mesmos de uma forma que permite que nossa compaixão natural floresça". Elisama, que chegou à lista dos livros mais vendidos do país, guia leitoras e leitores em sete capítulos, desenhados por meio de histórias vividas, lidas ou ouvidas. Nessa jornada, é possível entender o que é coragem – e como ela pode guiar as suas ações – e qual a importância, nos relacionamentos, de conhecer os próprios limites e o que realmente importa para você. Autora celebrada, Elisama também ajuda a identificar, sem procurar por mocinhos(as) e vilões(ãs), as pequenas chantagens emocionais do dia a dia – as que fazemos e as que recebemos – e como sair delas. Faz com que percebamos que relacionamentos pedem mais que amor e nos oferece ferramentas para chegar a uma comunicação mais clara, capaz de chegar a um meio-termo entre os próprios desejos e os do outro. Especialista em comunicação consciente, ao abordar a segunda camada das nossas conversas, Elisama nos ensina a como escutar para além das próprias projeções. No tópico "Lidando com temas difíceis", ela nos apresenta caminhos para agir quando a opinião do outro parece absurda demais para ser verdade. Por fim, nos ajuda a aceitar que a vulnerabilidade não é algo ruim, mas é uma arma poderosa para nos aproximar do outro. Com prefácio de Joice Berth, Conversas corajosas é voltado a todas as pessoas que desejam conversar de igual para igual com pais, cônjuges, filhos, amigos e chefes, mesmo quando o assunto é difícil. Sua linguagem é leve, como uma conversa entre amigos, mas com conteúdo riquíssimo, entre explicações e dicas para aumentar a empatia e estabelecer relações honestas. Elisama Santos é escritora e psicanalista. Autora dos best-sellers Educação não violenta (2019) e Por que gritamos? (2020), ambos publicados pela Paz & Terra. Escreve e palestra sobre educação parental e sobre a construção de relacionamentos mais saudáveis e harmoniosos, por meio da comunicação não violenta. Mãe de Miguel e Helena, compartilha nas redes sociais suas reflexões sobre maternidade, relacionamentos amorosos, pluralidade e poder do diálogo. Acredita na empatia e na compaixão como poderosas ferramentas de transformação social. "A leitura dos livros de Elisama vale muito." – Taís Araújo "Eu convido você a ser abraçado pelas palavras certeiras, honestas e sempre úteis de Elisama." – Alexandre Coimbra, escritor e psicólogo do programa Encontro com Fátima Bernardes
von Ali Hazelwood
Autora com mais de 1 milhão de livros vendidos no Brasil. No novo romance paranormal de Ali Hazelwood, uma jovem precisa enfrentar humanos, licanos e vampiros. Mas o maior desafio será aceitar seu destino como parceira de um lobisomem poderoso e irresistível. Serena Paris é órfã e não tem um bando para chamar de seu. Ela também é a primeira híbrida de humano e licano a vir a público. A jovem se expôs com a intenção de curar uma ruptura de séculos entre as espécies, mas admitir a verdade a transformou em alvo. Quando se vê no centro das maquinações políticas entre licanos, vampiros e humanos, resta a Serena uma única opção: obter a proteção de Koen Alexander. Como alfa do bando do noroeste, Koen exige obediência. Sua autoridade é tão inquestionável que apenas um tolo ameaçaria sua parceira. Não importa que Serena não o deseje; nada vai impedi-lo de mantê-la a salvo. Mas os vampiros e licanos com sede de poder não são os únicos perigos. Uma hora ou outra o passado vai alcançar Serena... Em Parceira, Ali Hazelwood volta ao universo de Noiva com mais diálogos empolgantes, cenas sexy de acelerar o coração e personagens apaixonantes.
von Chloe Walsh
Se até aqui você morreu de rir com Gibsie e Claire, chegou a hora de conhecer a história de partir o coração por trás desse casal queridinho do Tommen. Ela é um raio de sol. Ele é o bobo da turma. Mas nuvens carregadas se aproximam, e o tempo está fechando para esse garoto de Tommen. Gerard Gibson, mais conhecido como Gibsie, é o engraçadinho do Tommen. Para todos, um comediante nato, mas por trás desse jeitão existe um garoto atormentado por um passado terrível. O humor é seu mecanismo de defesa, e ele prefere esconder suas feridas do mundo — e de si mesmo. Só tem uma pessoa que enxerga além disso: sua ursinha. Reluzente como um raio de sol, Claire Biggs passou a vida admirando o garoto que mora do outro lado da rua. Ela conhece o Gerard que mais ninguém vê e está disposta a domar o coração selvagem de seu melhor amigo de infância. Conforme essa relação vai desabrochando em algo mais intenso, coisas inesperadas acontecem, segredos há muito adormecidos são revelados e limites são ultrapassados. Será que o amor de Gibsie e Claire vai resistir aos piores traumas? Este livro contém: cenas hot; dual POV; amigos de infância; friends to lovers; amigo do irmão; sunshine x sunshine; trauma secreto; final surpreendente; história de partir o coração; romance irlandês; romance com esporte
von Kalaf Epalanga
Pretuguês. O neologismo, cunhado pela filósofa e antropóloga Lélia Gonzalez (1935-94), alimenta e energiza a discussão proposta por Kalaf Epalanga nos textos enfeixados neste volume. Com clareza argumentativa, elegância estilística e uma paixão onívora por todas as manifestações artísticas, o autor do romance Também Os Brancos Sabem Dançar traz aqui um panorama variado (e imensamente atual) da experiência de um pensador negro que está sempre a auscultar o coração da produção cultural do planeta.