Empfehlungen basierend auf "Quinze minutos para o pôr do sol"

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von Nora Sakavic

Você está pronto para o Exy? As Raposas de Palmetto State podem ser uma equipe conhecida por ter os jogadores mais desajustados, problemáticos e perigosos, mas se aprenderem a trabalhar juntos, tudo pode se tornar possível. A toca das raposas é o primeiro volume da trilogia Tudo Pelo Jogo. Preparem as raquetes porque o jogo vai começar! Só o que Neil Josten quer é fugir de um passado sangrento que o assombra aonde quer que vá. Escondido em uma cidade pequena, o único escape que tem é jogar Exy, o violento e popular esporte que atrai multidões. Mas Neil parece não ter apagado os seus rastros tão bem quanto imagina já que foi abordado por ninguém menos do que o treinador das Raposas, a infame equipe da universidade Palmetto State. Diante da chance de treinar com Kevin Day, um dos mais renomados jogadores de Exy, Neil se vê diante de uma difícil decisão, porque Kevin, além de grande jogador, é também o fantasma de um passado que não pode de jeito nenhum alcançar Neil. E junto com Day vem o perigoso Andrew Minyard, um colega de equipe que parece desconhecer o significado da palavra limites. Sem poder desperdiçar a oportunidade que o destino lhe trouxe, Neil se torna uma Raposa de Palmetto State, e seu futuro agora está nas mãos do Exy e das Raposas. A toca das raposas é o primeiro volume da viciante trilogia Tudo Pelo Jogo.

von Marlen Haushofer

Ao Acordar Sozinha No Chalé De Caça Onde Estava Hospedada Nos Alpes Austríacos, A Narradora Deste Romance Descobre-se Cercada Por Uma Barreira Invisível E Intransponível. Do Outro Lado, O Mundo Parece Petrificado, Suspenso Num Misterioso Estado De Destruição Imóvel E Silenciosa. Sem Acesso à Civilização, Ela Precisa Aprender A Sobreviver Em Completa Solidão, Acompanhada Apenas Por Um Cachorro Chamado Lince, Uma Vaca Que Batiza De Bella E Uma Gata. A Certa Altura De Seu Isolamento, Põe-se A Escrever Um Relato — O Próprio Romance Que Lemos — No Qual Narra O Abandono Gradual De Sua Identidade Social, E Particularmente Da Ideia De Feminilidade Que A Sociedade Lhe Impunha. A Narradora De Haushofer Passa Grande Parte Do Romance Se Despindo De Sua Essência, Observa James Wood No Posfácio Incluído Nesta Edição Brasileira. A Primeira Coisa A Ir Embora é O Exoesqueleto Social De Sua Feminilidade. Reconhecida Como Uma Das Grandes Obras Da Literatura Distópica E Feminista, E Publicada Em 1963 — Um Prenúncio Dos Piores Anos De Tensão Nuclear Na Guerra Fria —, A Parede Apresenta, Com Precisão E Força Narrativa, Uma Jornada íntima E Universal. Ao Mesmo Tempo, Propõe Uma Visão Também Utópica: Sozinha, A Protagonista Forma Uma Nova Comunidade Baseada No Cuidado E Na Conexão Com A Natureza. Para Ela, Amar Um Animal Se Torna Mais Fácil — E Talvez Mais Verdadeiro — Do Que Amar Um Ser Humano. Em Uma Narrativa Que Combina O Realismo Vívido Da Vida Reconstruída A Partir Do Essencial — Plantar, Caçar, Cuidar — E Uma Meditação Filosófica Sobre O Tempo, O Corpo E O Sentido Da Vida, Haushofer Captura Uma Radical Dessencialização Do Humano. É Difícil Deixar De Lado Um Delírio De Grandeza Há Muito Enraizado, Constata A Narradora. A Parede é Um Clássico Que Desafia A Ideia De Progresso E Nos Confronta Com A Pergunta: O Que Realmente Importa Quando Tudo O Que Resta é Sobreviver?

von Tara Westover

A trajetória real da americana que pisou numa sala de aula pela primeira vez aos 17 anos até a conquista do doutorado em Cambridge. Tara Westover tinha 17 anos quando pisou pela primeira vez em uma sala de aula. Nascida nas montanhas de Idaho, Estados Unidos, era a caçula de sete irmãos. Guiados pelo fanatismo do pai, todos estavam sempre se preparando para o fim do mundo, estocando conservas e dormindo com uma mala pronta para o caso de fuga. No verão, ela ajudava a mãe, parteira e curandeira, a fazer remédios medicinais. No inverno, coletava sucata com o pai. Além do sistema de ensino, seu pai também desconfiava dos hospitais, por isso Tara jamais viu um médico durante a infância. Cortes, machucados e até mesmo graves queimaduras eram todos tratados em casa. A família estava tão isolada da sociedade que não havia ninguém para garantir que as crianças recebessem educação, nem para intervir nos casos de violência. No entanto, quando um de seus irmãos conseguiu entrar para a faculdade e retornou com notícias do mundo além da montanha, Tara resolveu tentar um novo tipo de vida. Aprendeu matemática, gramática e ciências para prestar o vestibular, então foi admitida na Universidade Brigham Young. Sua busca pelo conhecimento a transformou, fazendo-a atravessar oceanos e continentes, até chegar às universidades de Harvard e Cambridge. Foi quando se deu conta de quão longe tinha viajado, e se perguntou se ainda existiria um caminho de volta para casa. Educated — A menina da montanha é um relato autobiográfico sobre a busca de uma nova identidade. É um conto sobre lealdade familiar e sobre o luto de romper estes laços. Com a intensa sensibilidade que distingue os grandes escritores, Tara Westover nos oferece uma história universal que resume o sentido da palavra educação: a perspectiva de ver a vida com novos olhos, e a vontade de mudar. Eleito o livro do ano (2018) pela Amazon. Escolhido como um dos livros do ano pelo Bill Gates e indicado pelo ex-presidente americano Barack Obama, além de figurar entre a lista dos mais vendidos do NYT.

von Luciene Nascimento

Prefácio de Lázaro Ramos. Luciene Nascimento é poeta e escritora, e seus vídeos de pedagopoesia somam mais de 3 milhões de visualizações na internet. Foi citada pela imprensa como inspiração para novas gerações na literatura. “Luciene Nascimento é uma explosão em forma de poesia. Foi o que percebi quando tive contato com o seu jeito de compreender a identidade. Ali estavam as questões relacionadas à autoestima, à necessidade de se posicionar ou não, à saúde mental... No entanto, tudo isso vinha impregnado de algo inédito, absolutamente novo: a voz dela. Que bom que vocês terão contato com as palavras de Luciene. Ela ajuda a criar caminhos.” – Lázaro Ramos Nunca mais me esquecerei do dia em que ouvi da boca e da alma de Luciene Nascimento o poema “Tudo nela é de se amar”, que dá título a este livro de estreia. Dita em voz límpida e serena, a poesia produziu em mim a sensação de estar em contato não apenas com a voz dessa moça, mas com as vozes de muitas outras mulheres ancestrais. Era como se Luciene pudesse amalgamar tantas outras vozes silenciadas pela história e fizesse de sua poesia uma porta para um mundo historicamente desprezado, violentado. A voz de Luciene não pede revanche, mas atenção. A voz de Luciene não quer intimidar, mas se impõe pela inteligência, maturidade e potência com que traduz, a partir da sua, a jornada das mulheres negras do Brasil. Luciene Nascimento é nome a ser guardado em lugar especial. Nasce uma voz brilhante na poesia brasileira. — Pascoal Soto

von Julián Fuks

O premiado autor de A resistência faz uma revisão crítica da trajetória do gênero romance ao longo de seus supostos quatro séculos de existência. Para abarcar algo tão vago e tão vasto quanto a história de um gênero literário, Julián Fuks definiu como objeto deste livro ensaístico não o romance em si, mas a ideia abstrata de romance, tal como proposta por uma série de romancistas canônicos em ensaios, prefácios, cartas, biografias, testemunhos, entrevistas e em algumas passagens de suas ficções. Defoe, Prévost, Fielding, Goethe, Flaubert, Dostoiévski, Proust, Joyce, Woolf, Beckett, Macedonio Fernández, Cortázar, García Márquez, Vargas Llosa, Coetzee e Sebald são alguns dos nomes revisitados. A obra se estrutura numa sequência de ensaios que passam pela duvidosa ascensão do gênero, em um tempo exato e espaço restrito, pelo seu questionável apogeu, seguido da tão falada crise do romance, para, enfim, chegar nas marcas já perceptíveis de uma reascensão. Fuks não pretende aqui escrever a (impossível) história do romance, mas sim a fazer "o comentário possível sobre uma história que outros já tentaram contar algumas vezes".

von Callie Hart

Aos vinte e quatro anos, Saeris Fane é tão boa em sobreviver quanto em guardar segredos. Na escaldante Zilvaren, as condições de vida sob os Gêmeos, os dois sóis que assolam a cidade, não poderiam ser piores. A água é o bem mais raro e precioso, e os zilvarenses fazem qualquer coisa para conseguir um pouco mais do que sua mísera cota diária. Uma ladra habilidosa, capaz de muito mais do que bater carteiras, há anos Saeris vem desviando água potável dos reservatórios da rainha Madra. E não é só isso: ela possui uma estranha e perigosa habilidade de manipular metais, algo proibido e considerado heresia.Mas, ao se deparar com a Morte em pessoa, ela sem querer reabre um portal entre mundos e é transportada para Yvelia, o gélido reino dos feéricos. Esses seres, antes considerados um mito e um pesadelo, provam-se bastante reais, e Saeris acaba no meio de um conflito centenário que pode ser fatal.A primeira humana a cruzar as montanhas geladas de Yvelia em mil anos, ela se vê ligada a um belo guerreiro feérico que tem os próprios planos secretos e sombrios. Ele pretende usar a magia de alquimista de Saeris para proteger seu povo, e não importa o que isso vá custar a ele... ou a ela. A Morte tem nome e sobrenome: Kingfisher do Portão de Ajun, de passado obscuro e atitudes suspeitas. Mas ele também pode ser a única esperança de Saeris de voltar para casa.Entretanto, é preciso ter cuidado com os acordos que se faz com feéricos. O diabo mora nos detalhes e, em Yvelia, nada é realmente o que parece.

von David Robson

O que a Nasa, Thomas Edison, Benjamin Franklin e Daniel Kahneman nos ensinam sobre como tomar boas decisões.Descubra como a humildade intelectual, a mente aberta, a curiosidade, a consciência emocional refinada e o mindset de crescimento nos levam a pensar e viver com mais sabedoria."Leitura essencial para quem deseja pensar com mais clareza." – Rolf Dobelli, autor de A arte de pensar claramente“A inteligência e a instrução acadêmica não apenas são incapazes de impedir nossos erros como podem nos tornar até mais vulneráveis a certos tipos de pensamento estúpido.As pessoas instruídas e inteligentes são menos inclinadas a aprender com seus erros ou a aceitar conselhos. E, quando erram, são mais capazes de criar argumentos elaborados que justifiquem seu raciocínio.Esses erros podem afetar nossa saúde, nosso bem-estar e nosso sucesso profissional. Nos tribunais, podem conduzir a graves erros judiciários. Nos negócios, podem levar à falência e à ruína.Embora esses fenômenos pareçam desconectados, alguns processos são comuns a todos eles: um padrão que vou chamar de “armadilha da inteligência”.Felizmente, pesquisas recentes começaram a identificar qualidades mentais que podem nos manter no caminho certo, como a humildade intelectual, a mente aberta, a curiosidade, a consciência emocional refinada e o mindset de crescimento.Juntas, elas mantêm nossa mente em ordem e evitam que ela dê uma guinada para um penhasco. Isso significa que, qualquer que seja o seu QI, você pode aprender a pensar com mais sabedoria.”David Robson

von Vera Iaconelli

Neste ensaio memorialístico, Vera Iaconelli entrelaça os fios de sua história familiar e de seu processo de análise ao longo da vida, questionando o sentido mesmo do que é — e o que pode — a psicanálise. "Comecei minha primeira análise porque meu irmão havia morrido quatro anos antes, meu pai era alcoólatra, minha mãe era submissa a ele e havíamos sido despejados. Não. Comecei porque precisava conversar com algum adulto que fosse confiável, nem que precisasse pagar para isso. Não. (...) Comecei minha análise porque eram treze horas do dia 20 de novembro de 1982 e eu havia marcado uma entrevista com uma analista." Assim Vera Iaconelli dá início à Análise, livro no qual perpassa os acontecimentos e as emoções que a levaram ao divã, sua experiência como analisanda, a formação como psicanalista e a necessidade da escrita. Numa prosa de caráter literário e extremamente íntimo, Vera evoca a história de sua família, a morte de dois irmãos, sua relação com os pais, seus namorados ou maridos, suas filhas, seus analistas. Enquanto reflete sobre suas angústias e seus sintomas, vai costurando suas próprias interpretações, atrelando memória, história social e psicanálise. "Iaconelli não queria só compartilhar seus caminhos na vida ou na psicanálise. Ela é uma escritora: sua casa é não apenas um abrigo, e sim um recurso literário eficaz. (...) Não à toa tantos autores tomam emprestados dos romances os recursos para compor a versão escrita de suas experiências. Em Análise, no entanto, não vemos só o produto, mas também o processo de escavação e forja, mediado pela prática psicanalítica. E, de brinde, recebemos lições muito palpáveis das teorias de Freud, Lacan e cia." — Ligia Gonçalves Diniz "Misto de ensaio autobiográfico de viés psicanalítico e romance de formação, Análise é a tentativa corajosa e persistente de interpretação de uma vida, sem se deixar enganar com autocomplacências de nenhum tipo." — Fabricio Corsaletti

von Diana Wynne Jones

Mergulhe no universo mágico de Diana Wynne Jones, que inspirou a animação O castelo animado do Studio Ghibli. Nomeado pela revista Times como uma das fantasias mais icônicas de todos os tempos. Certo dia, enquanto trabalha na chapelaria da família, a jovem Sophie é surpreendida e misteriosamente amaldiçoada por uma terrível bruxa, que a transforma em uma senhora de noventa anos. Sem saber como se livrar do feitiço e com receio de não ser reconhecida pelas irmãs, Sophie foge e acaba parando em um fantástico castelo, comandado pelo jovem e sedutor Mago Howl, cuja reputação é de devorador de corações das moças do povoado. No castelo, onde passa a trabalhar, Sophie promove uma grande transformação, mudando os hábitos de Michael, o aprendiz de mago, e de Calcifer, o demônio do fogo, responsável pela "vida mágica" do lugar. Além de ficar presa no corpo de uma senhora, o feitiço impede que Sophie revele que está sob o efeito de uma maldição. Calcifer, que logo percebe o que está acontecendo, propõe que ela o ajude a se libertar do pacto que o liga ao Mago Howl, oferecendo, em troca, ajuda para quebrar a maldição da Bruxa. Enquanto Sophie aprende a lidar, na inusitada rotina do castelo, com o insensível e impetuoso Howl, ela descobre um novo mundo, repleto de magias e maldições, bruxas e feiticeiros, e – o mais importante – conhece uma nova e surpreendente versão de si mesma. De um modo ou outro interligadas, as histórias de Diana Wynne Jones são, definitivamente, o que você precisa para escapar do mundo real e viajar para bem longe: em um tapete diferente, para uma cidade distante, refúgio de poções mágicas, personagens fantásticos e um segredo a cada esquina. Com um projeto gráfico especialmene por Isadora Zeferino (@imzeferino), ilustradora carioca dona de trabalhos supercoloridos e com clientes como Faber Castell, Globosat e Melissa, O castelo animado e as demais obras da autora são o presente ideal – para alguém que você ama ou, melhor ainda, você mesmo.

von Bonnie Garmus

Traduzido para mais de 35 idiomas, Uma questão de química conta a história de uma brilhante cientista que vê sua vida mudar quando se torna a estrela de um programa de culinária na televisão.“Amei tanto que fiquei desolada quando acabou.” – Nigella Lawson“Um sopro de ar fresco. Um romance espirituoso e otimista, repleto de personagens excepcionais.” – Claire Lombardo, autora de The Most Fun We Ever Had76 SEMANAS NA LISTA DE MAIS VENDIDOS DO THE NEW YORK TIMESElizabeth Zott é uma talentosa química que só quer realizar sua pesquisa em paz. Infelizmente, no início dos anos 1960, a comunidade científica não tem uma visão igualitária dos gêneros. No instituto em que ela trabalha, os homens a silenciam e sabotam.Todos menos um. Calvin Evans, o introvertido e brilhante pesquisador idolatrado no instituto, é o único que trata Elizabeth como igual. Contrariando todas as expectativas, ele se apaixona pela inteligência dela, e a química que surge entre eles é avassaladora.Mas a vida é imprevisível como a ciência. Por isso, alguns anos depois, Elizabeth se vê criando a filha pequena com a ajuda apenas de seu cachorro e de uma vizinha. E, por um capricho do destino, se torna a maior estrela do programa de televisão mais visto e adorado dos Estados Unidos, Hora do Jantar.Sua abordagem incomum da culinária se mostra revolucionária e ela acaba virando o grande fenômeno da nação. Porém nem todos estão felizes com seu sucesso, porque, no fundo, Elizabeth não está apenas ensinando a cozinhar, mas desafiando as mulheres a pensar – e a transformar seu papel no mundo.