Empfehlungen basierend auf "Os Miseráveis (Em Portuguese do Brasil)"

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von Jennifer L. Armentrout

Autora best-seller número 1 do New York Times, Jennifer L. Armentrout retorna com uma nova série baseada no escandaloso universo de Sangue e Cinzas, agora ainda mais escandaloso, eletrizante e irresistível! Duzentos anos atrás, com o objetivo de salvar o reino de Lasania da Devastação, o Rei Roderick Mierel fez um acordo com o Primordial da Morte em troca da primeira filha da linhagem Mierel. Eis que chegou a hora de pagar o preço, com o nascimento de Seraphena Mierel. Mais do que qualquer pessoa, Seraphena sempre teve certeza de que morreria. Em seu nascimento, ela fora tocada pela vida e pela morte, então nascer sob uma mortalha era prova suficiente de que sua vida não seria longa. Essa única certeza era também sua missão e seu dever: salvar o povo da terrível Devastação que recaiu sobre Lasania. Porém, com a demora da linhagem em gerar uma herdeira, a família Mierel descobriu como quebrar o acordo a seu favor: matando o Primordial que o concedeu. Porém, matar uma criatura tão antiga e poderosa não é tarefa fácil. Por isso Sera treinou a vida inteira para as mais diversas habilidades, inclusive a da sedução, visto que a única fraqueza de um Primordial é o amor. Somente apaixonado ele se tornará fraco e vulnerável o suficiente para que Sera possa cumprir seu destino. Mas um ser tão poderoso se renderá aos encantos de Sera? Afinal, ele é o temido Primordial da Morte. E quanto a ela, será capaz de seguir adiante com o plano de se tornar sua Consorte e matá-lo? Se você se encantou com Poppy e Casteel, prepare-se para se render a Sera e Nyktos!

von ANTOINE DE SAINT-EXPURY

Apesar da presença explícita de dois personagens e do registro de um diálogo entre o aviador e uma criança, diversos aspectos autobiográficos estão presentes nesta narrativa, publicada pela primeira vez em 1945. Através de imagens simbólicas, as passagens de ordem temporal, na vida do autor, estão ali casamento/separação, profissões, sonhos, decepções. Os dois personagens tornam-se representações do próprio Saint-Exupéry, em um monólogo interior entre o "eu" e o "outro".

von Marlen Haushofer

Ao Acordar Sozinha No Chalé De Caça Onde Estava Hospedada Nos Alpes Austríacos, A Narradora Deste Romance Descobre-se Cercada Por Uma Barreira Invisível E Intransponível. Do Outro Lado, O Mundo Parece Petrificado, Suspenso Num Misterioso Estado De Destruição Imóvel E Silenciosa. Sem Acesso à Civilização, Ela Precisa Aprender A Sobreviver Em Completa Solidão, Acompanhada Apenas Por Um Cachorro Chamado Lince, Uma Vaca Que Batiza De Bella E Uma Gata. A Certa Altura De Seu Isolamento, Põe-se A Escrever Um Relato — O Próprio Romance Que Lemos — No Qual Narra O Abandono Gradual De Sua Identidade Social, E Particularmente Da Ideia De Feminilidade Que A Sociedade Lhe Impunha. A Narradora De Haushofer Passa Grande Parte Do Romance Se Despindo De Sua Essência, Observa James Wood No Posfácio Incluído Nesta Edição Brasileira. A Primeira Coisa A Ir Embora é O Exoesqueleto Social De Sua Feminilidade. Reconhecida Como Uma Das Grandes Obras Da Literatura Distópica E Feminista, E Publicada Em 1963 — Um Prenúncio Dos Piores Anos De Tensão Nuclear Na Guerra Fria —, A Parede Apresenta, Com Precisão E Força Narrativa, Uma Jornada íntima E Universal. Ao Mesmo Tempo, Propõe Uma Visão Também Utópica: Sozinha, A Protagonista Forma Uma Nova Comunidade Baseada No Cuidado E Na Conexão Com A Natureza. Para Ela, Amar Um Animal Se Torna Mais Fácil — E Talvez Mais Verdadeiro — Do Que Amar Um Ser Humano. Em Uma Narrativa Que Combina O Realismo Vívido Da Vida Reconstruída A Partir Do Essencial — Plantar, Caçar, Cuidar — E Uma Meditação Filosófica Sobre O Tempo, O Corpo E O Sentido Da Vida, Haushofer Captura Uma Radical Dessencialização Do Humano. É Difícil Deixar De Lado Um Delírio De Grandeza Há Muito Enraizado, Constata A Narradora. A Parede é Um Clássico Que Desafia A Ideia De Progresso E Nos Confronta Com A Pergunta: O Que Realmente Importa Quando Tudo O Que Resta é Sobreviver?

von Jay Kristoff

Destinada a destruir impérios, Mia Corvere é apenas uma criança quando tem sua primeira lição sobre a morte. Mais tarde, aos 16 anos, a jovem que cresceu nas sombras inicia sua jornada para manter a promessa feita no dia em que perdeu tudo. Entretanto, a chance de vencer inimigos tão poderosos será efêmera, e se Mia deseja vingança, deve se tornar uma assassina sem igual. Assim, ela precisará provar suas habilidades diante dos mais perigosos amigos e inimigos, e sobreviver a assassinos, mentirosos e demônios no cerne de um lugar que cultua o assassinato. A Igreja Vermelha não é uma escola comum, mas Mia Corvere também não é uma estudante qualquer. As sombras a acompanham, e bebem todo seu medo.Nevernight é o primeiro volume da trilogia best-seller As crônicas da quasinoite, agora em sua segunda edição.

von László Krasznahorkai

Um autor visionário. Um romance implacável e fascinantemente sombrio. Publicado na Hungria em 1985, Sátántangó é um romance monstruoso. A ação se concentra na chegada de um homem misterioso, que pode ser um profeta, um vigarista, ou o próprio demônio, a uma aldeia húngara onde a chuva não para de cair. Os habitantes do lugar, um elenco de desajustados e enlouquecidos (camponeses esfarrapados; um médico alcoólatra observando obsessivamente seus vizinhos; jovens perdidas num moinho destroçado; uma garota com deficiência tentando matar seu gato) descobrem em determinado momento que Irimiás, um homem a quem atribuem poderes extraordinários, e dado como morto, está a caminho do lugar, com seu companheiro, Petrina. Para esperá-los, reúnem-se numa taverna, espécie de porão do fim do mundo, onde discutem, bebem e dançam grotescamente ao som de um acordeão. De braço dado com Kafka, Beckett e Walser, o vencedor do International Man Booker Prize László Krasznahorkai nos conduz por um lento fluxo de lava modernista, como se entrássemos e saíssemos de becos impossíveis. O cenário é e não é a Hungria sob o comunismo – o autor mantém tudo envolto nas brumas da abstração –, e a fé depositada na aparição de um líder salvador faz com que a obra não perca sua assombrosa atualidade. "É tudo diferente [...] Não significa nada termos visto alguma coisa. Paraíso? Inferno? Mundo do além? Bobagem. Tenho certeza de que estamos enganados. E mesmo que a nossa imaginação não pare de funcionar, não chegaremos nem um pouco mais perto da verdade." "O mestre húngaro do apocalipse." — Susan Sontag "Um dos artistas mais misteriosos em atividade." — Colm Tóibín "A universalidade da visão de Krasznahorkai rivaliza com a de Almas mortas de Gógol e supera em muito todas as preocupações da escrita contemporânea." — W.G. Sebald "Suas longas e sinuosas frases me encantam." — Imré Kertész "O tipo de escritor que pelo menos uma vez em cada página encontra um jeito perfeito de expressar algo que alguém sempre sentiu mas nunca foi capaz de descrever." — Nicole Krauss "Profundamente inquietante" — James Wood "Não há nada parecido na literatura atual." — Adam Thirlwell

von GRACILIANO RAMOS

von George Orwell

1984, publicado em 1933 por George Orwell é a mais conhecida das distopias, além de uma advertência belissimamente escrita contra os perigos do totalitarismo. O personagem principal do livro é Winston Smith, um funcionário público consciente do terrível e opressivo sistema sob o qual vive e permanentemente observado pelo Big Brother, líder onipresente e onisciente do partido e da nação. 1984 é uma obra extremamente importante não só pela denúncia que faz contra os abusos do estado sobre o indivíduo, mas também pelas reflexões acerca de um poder calcado na manipulação da linguagem, da história e do medo. Questões que talvez sejam até mais relevantes hoje do que na época em que a obra foi escrita.1984, juntamente com A Revolução dos Bichos, é presença obrigatória em qualquer lista séria dos mais importantes livros de todos os tempos.

von Kleber Mendonça

Roteiro original de O agente secreto, filme de Kleber Mendonça Filho escolhido para representar o Brasil no Oscar, tem prefácio do cineasta e posfácio de Wagner Moura, além de imagens exclusivas do storyboard e das filmagens. Recife, governo Geisel. Um homem chega à capital pernambucana. Não sabemos de onde ele vem ou qual é o seu nome. Aos poucos, descobrimos que se chama Marcelo e se hospedará na pensão da adorável Dona Sebastiana. O que vem a seguir descobriremos junto com Marcelo, que foi privado de escrever sua própria história. Neste roteiro original do filme escolhido para representar nosso país no Oscar 2025, Kleber Mendonça Filho – diretor dos aclamados O som ao redor, Aquarius e Bacurau – nos conduz por uma história de espionagem e ação bem brasileira. Somos guiados por um Recife ao mesmo tempo carnavalesco e sombrio, uma Gotham City tropical onde o absurdo se confunde com o cotidiano. Sem um discurso grandiloquente, e nem por isso menos sofisticado, Kleber nos pergunta de que forma o que vivemos no passado ainda ecoa no presente. Quem acompanha Kleber desde seus curtas-metragens – como Vinil verde, Eletrodoméstica e Recife frio – ou está conhecendo agora o trabalho desse grande realizador, lerá o roteiro como se participasse de seu processo de criação, se deliciando com o storybard e com as rubricas. Os frames, além das fotos de bastidores e das filmagens, que acompanham o roteiro, aproximam ainda mais o leitor do universo criado pelo cineasta. O livro reúne, ainda, prefácio de Kleber e posfácio de Wagner Moura, que interpreta o protagonista. O projeto gráfico foi assinado pelo premiado designer Gustavo Piqueira, da Casa Rex. Cotado pela revista Variety e pelo site The Hollywood Reporter como uma das grandes apostas do Oscar, O agente secreto estreou na Competição Oficial do Festival de Cannes, recebendo os prêmios de Melhor Diretor, Melhor Ator (Wagner Moura), o Prêmio do Sindicato Francês da Crítica de Cinema e o Prêmio da Associação Francesa de Salas de Cinema Independente. "É um grande filme." – Walter Salles "Juliette Binoche afirma que tentou o prêmio maior para O agente secreto em Cannes." – Folha de S.Paulo "Um dos temas centrais do filme é a questão do que é lembrado e do que é esquecido, e Kleber Mendonça Filho, que cresceu em Recife, parece determinado em registrar, na película, todos esses detalhes peculiares antes que eles sejam apagados para sempre." – BBC "Mais do que truques, o roteiro escrito por Kleber Mendonça Filho parece adicionar camadas ao enredo, que brinca com mitos e verdade para sublinhar a ideia de que, ainda que esse filme seja uma ficção, ele fala de questões profundamente reais." – Omelete

von Kalaf Epalanga

Pretuguês. O neologismo, cunhado pela filósofa e antropóloga Lélia Gonzalez (1935-94), alimenta e energiza a discussão proposta por Kalaf Epalanga nos textos enfeixados neste volume. Com clareza argumentativa, elegância estilística e uma paixão onívora por todas as manifestações artísticas, o autor do romance Também Os Brancos Sabem Dançar traz aqui um panorama variado (e imensamente atual) da experiência de um pensador negro que está sempre a auscultar o coração da produção cultural do planeta.

von RICHELLE MEAD

ocada Pelas Sombras Terceiro livro da emocionante saga de vampiros que conquistou fãs de todo o mundo Amizade, traição, morte, guerra e redenção se misturam em uma aventura emocionante recheada de romance e muito sangue neste terceiro livro da saga Academia de Vampiros. Uma das mais esperadas continuações de histórias de fantasias da atualidade. Editora: Agir Autor: RICHELLE MEAD ISBN: 9788522012053 Origem: Nacional Ano: 2010 Edição: 1 Número de páginas: 384 Acabamento: Brochura Formato: Médio