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von Jennifer L. Armentrout
Os leitores de fantasia podem comemorar porque o spin-off da série de sucesso Sangue e Cinzas acaba de ganhar mais um título! Uma luz na chama é o volume 2 da trilogia Carne e Fogo, de Jennifer L. Armentrout, autora best-seller número 1 do New York Times e queridinha dos fãs. O único que pode salvar Sera é justamente quem ela passou a vida planejando matar. Quando o plano de Seraphena foi descoberto, a frágil confiança que se formava entre ela e Nyktos se desfez completamente. Cercada por suspeita e descrença, tudo o que lhe resta é derrotar Kolis. Agora Sera está disposta a qualquer coisa para acabar com a tirania dele sobre o Iliseu e impedir a ameaça que ele representa para o reino mortal. Entretanto, Nyktos tem um plano e, enquanto trabalham juntos, do que menos precisam é a inegável e ardente atração crescendo entre os dois. Se apaixonar pelo Primordial atormentado não é uma opção para Sera, não quando uma vida livre do destino que jamais quis se mostra possível. Ainda assim, as lembranças do prazer que experimentou com Nyktos e do inigualável desejo entre eles são impossíveis de resistir. E ao mesmo tempo em que começa a perceber que deseja ser a Consorte para além do título, o perigo espreitando as Terras Sombrias se intensifica. Os ataques estão cada vez mais frequentes, e o poder crescendo em Sera multiplica as ameaças. Agora ela precisa descobrir como sobreviver a um poder primordial e como mantê-lo escondido de Kolis; tarefa nada fácil agora que ela e Nyktos foram convocados à Corte do Primordial. Sem poder recusar o convite, eles precisarão correr contra o tempo, pois o futuro está com os dias contados — o de Sera, do Iliseu e do reino mortal. Classificação indicativa: 18 anos.
von J.K. Rowling
Os Dias De Verão Com Os Dursleys Estavam A Tornar-se Insuportáveis. Harry Potter Já Não Gostava Muito De Muggles, Mas O Pior é Que Tinha De Passar Os Seus Dias De Férias Em Casa Dos Mugglesmais Muggles De Todo O Planeta E Arredores. Não Havia Maneira De Voltar Para A Sua Querida Escola De Feitiçaria... E Ultimamente Mesmo Esse Regresso Estava Ameaçado, Pois O Duende Dobby Não Parava De O Avisar De Que Algo Terrível O Aguardava Em Hogwarts... Nada Mais Nada Menos Do Que A Revelação Dos Misteriosos E Ameaçadores Poderes Da Câmara Do Segredos!
von Marc-uwe Kling
Best-seller Na Alemanha, Em Breve Uma SÉrie Na Hbo! Um Livro Visionário E Muito, Muito Divertido. O Mundo Esquisito De Marc-uwe Kling Sugere Que O Futuro Não Virá Como Uma Bomba, De Uma Vez, Mas Como Uma Piscadinha De Olho. Engraçado E Emocionante Na Mesma Medida, Qualityland Traz Uma Visão Do Que Nosso Futuro Próximo Pode Se Tornar. Uma Mistura única De Humor E Crítica Social Sombria, Em Que Black Mirror Encontra Westworld E A Obra De Douglas Adams. Bem-vindo A Qualityland, A Nação Mais Poderosa E Desenvolvida Do Planeta. Tudo Em Qualityland é Pensado De Maneira A Otimizar A Sua Vida. Um Sistema Identifica Seu Parceiro Ideal, Vermes-androides Em Sua Orelha Dizem O Melhor Caminho A Tomar No Seu Dia A Dia, Drones Já Sabem, Só Pela Sua Cara, Que Você Precisa De Uma Cervejinha Bem Gelada No Fim De Um Dia De Trabalho Exaustivo. Humanos, Robôs E Algoritmos Aparentemente Convivem Muito Bem, E Tudo Gira Em Torno Do Mundo Corporativo, Hierárquico E Do Dinheiro. Ao Nascer, Cada Pessoa Recebe De Seus Genitores Um Sobrenome Específico, Que Muitas Vezes Acaba Sendo Usado Como Indicador De Seu Papel Nessa Linda E Perfeita Sociedade. Todo O Resto Que é Preciso Saber, Claro, Está Na Ficha Pessoal De Cada Habitante De Qualityland. No Entanto, Se O Sistema é Tão Perfeito Como Dizem, Por Que Existem Drones Com Medo De Voar, Droides Sexuais Com Disfunção Erétil Ou Robôs De Combate Com Transtorno De Estresse Pós-traumático? Por Que Em Qualityland As Máquinas Estão Se Tornando Cada Vez Mais Humanas, Mas As Pessoas Se Tornam Cada Vez Mais Máquinas? Uma Brincadeira Engraçadíssima, Trazida Por Meio De Uma Absurda Distopia Hipercapitalista... Uma Sátira Precisa. – Publishers Weekly O Quanto Você Gosta Desse Romance Virá Em Proporção Direta Com A Quantidade De Problemas Que Você Acha Que Temos Nesse Momento. Durma Bem. – Kirkus Reviews
von Adiba Jaigirdar
"Eu me apaixonei pelo namoro falso de Hani e Ishu, e senti todas as emoções com esse livro. Adiba retrata de forma inesquecível não só o amor romântico, mas também o amor entre amigos e família." Lucas Rocha, autor de Você tem a vida inteira *** Assim que Hani se assume bissexual, suas melhores amigas pas¬sam a questionar a sexualidade dela. Afinal, como ela poderia ser bissexual se só relacionou com garotos antes? Determinada a ter sua identidade aceita, ela inventa para suas amigas que está na¬morando Ishita Dey, conhecida como Ishu, a aluna mais inteligente (e antissocial) da sala. Quando Hani conta para Ishu sobre a ideia de terem um namoro falso, Ishu aceita, mas com uma condição: Hani deve ajudá-la a se tornar Líder Estudantil. É o plano perfeito para as duas, até que as amigas de Hani passam a sentir ciúmes da relação de Hani e Ishu. Agora, Hani tem uma importante decisão a tomar: ela deve termi¬nar a relação com Ishu para não estragar suas amizades? Ou será que deve contar para Ishu como verdadeiramente se sente em relação a ela?
von Vanessa Passos
"Ambientada em Fortaleza, este conta sobre uma linhagem de mulheres unidas pelo destino, separadas pela dor, pelo abandono, pela fé e pelo ceticismo. Segredam entre si quem são ? a avó, mulher negra, esconde de sua filha quem seria seu pai; a filha, branca, luta para sobreviver, escrever e rejeita a maternidade que lhe foi imposta; a neta recebe a raiva da mãe e já nasce sentindo a dor de ser mulher. É uma ficção imersa na crueza da linguagem e calcada no real que transforma a história em grande literatura. Esta edição conta com prefácio de Giovana Madalosso, finalista do Prêmio Biblioteca Nacional e do Prêmio São Paulo de Literatura, e posfácio de Natalia Timerman, finalista do Prêmio Jabuti."--
von Clarice Lispector
Clarice, me dá tua mão. Tudo parece de novo impossível nesse frêmito de eternidade que é o presente, mas confio na nossa aproximação: aconteceu daquela vez o impensável; adaptar A paixão segundo G.H. para o teatro. Não fui sozinha como você, embora quando estive ali, cara a cara com a barata, era eu mesma, sozinha como um caco de vidro, um cachorro e uma galinha estão sós e cara a cara. Com o quê? Consigo. Eu fui, ao encarnar durante mais de dois anos a G.H. num monólogo para o teatro – adaptado por Fauzi Arap e dirigido por Enrique Díaz –, uma pessoa sem a pessoa que eu era antes para fazer companhia para mim mesma. Fui perdendo as cascas, o invólucro, mergulhando em águas cada vez mais densas e profundas, perdendo o contorno humano, transladei para outra, outro lugar, desconhecido, terrível e maravilhoso, que não eu. Mas houve as mãos que me ajudaram na travessia. As suas mãos, Clarice. As suas mãos de escritora que tantas vezes anseiam as nossas para irmos contigo, nessa grande odisseia de uma mulher que viaja para dentro de si e se despersonaliza. Ela desvira o Eu. Ela se te revira. Não é brincadeira o que acontece aqui, é coisa que se lê e se toma e entra no próprio sangue, é saber xamânico, potente, destruidor e revivificador. Nada se cria sem desfazer essas camadas de noções fossilizadas sobre nós mesmos e o mundo. Tuas palavras agem sobre mim, ainda e sempre. Agora, neste ano de 2020, é seu aniversário de 100 anos. A paixão foi escrito em 1964. Imagino você aqui escrevendo sobre o agora, o momento presente atravessando as paredes de sua casa e de seu corpo e se metamorfoseando em palavras que você escreve e essas palavras agem, transformam a vida. Nós estamos olhando a vida que se nos olha, Clarice. A vida se nos é, e se me é, tão radicalmente agora, que voltei a andar com teu livro colado em mim. Livro que é registro desse tempo eterno onde fracassamos e vamos de novo, com o fracasso das nossas existências e palavras. Das milhares de apresentações possíveis que eu poderia fazer, eu escolho dizer sim; sim, leia este livro como experiência que se vive. Entrar pelo corpo, e ir com as palavras mais "pelo que elas fazem do que pelo que elas falam", ir com G.H., atravessando esses portais e ir se perdendo nas paredes, nos hieróglifos da casa, nas marcas deixadas pelo outro, e ir indo, parando e recuperando o fôlego até mergulhar completamente nesta obra extraordinária que nunca mais vai parar de acontecer. — Mariana Lima, Atriz e produtora Nova edição de A paixão segundo G. H. em capa dura e forração de tecido para coleção Clarice Essencial com posfácio de Luiz Fernando Carvalho.
von Laura Amorim
Um acaso, um sonho e uma salinha de estudos. “Se não fosse por você” traz um enredo instigante. Melissa (advogada e concurseira) e Leonardo (promotor e professor) são os personagens que irão fazer o leitor se apaixonar e não largar mais a história que traz o cenário de quem está envolvido com estudos (cheio de dúvidas, frustrações, medos e inseguranças) e concursos. Sim, concurso!Se tem uma coisa certa sobre Melissa, é que ela sabe bem o que quer. Mesmo dando tudo de si em um renomado escritório de advocacia, ela vem se preparando incansavelmente para realizar seu verdadeiro sonho: ser delegada de polícia.Em qualquer minuto livre do seu dia, Mel está se jogando de cabeça nos livros, treinando pesado para o teste físico ou se atualizando com as dicas do sr. Concurseiro – agora sr. Concursado –, o autor misterioso do seu blog preferido. Com sua prova chegando muito antes do esperado, Mel terá de encontrar outros meios de se preparar, especialmente se quiser um pouco de paz. Na tentativa de escapar da sua colega de apartamento para conseguir se concentrar, a jovem se matricula em uma sala de estudos. É lá que seu caminho cruza com o de Leonardo, um inteligente professor capaz de tirar o foco até do mais aplicado dos estudantes.O que começa com um desentendimento por causa de uma limonada roubada acaba se tornando uma parceria inusitada quando os dois precisam fingir que são um casal por uma noite ― ou talvez um pouco mais do que isso ― por causa de um ex-namorado muito inconveniente. Entre editais, inscrições, ansiedade e muito estudo, Mel terá de lidar também com seus sentimentos cada vez mais confusos. E, sobretudo, precisará enfrentar seus próprios medos e limitações para encontrar força dentro de si mesma e conquistar o que sempre sonhou.Mergulhe nessa obra. Torça, se emocione. “Se não fosse por você” é mais do que uma história romântica, nos ensina a nunca desistir dos nossos sonhos!
von Elsie Silver
Meu contrato diz que o acordo é por dois meses... Mas meu coração diz que é para sempre. Ser babá de um garotinho por alguns meses deveria ser fácil, o problema é que Willa não consegue tirar os olhos do pai dele e o pai dele não consegue tirar as mãos dela. Depois que o bar onde ela trabalha fecha para reformas, Willa Grant fica sem rumo na vida. Mas sua amiga Summer tem a solução ideal e a convida para passar o verão no rancho sendo babá de Luke, sobrinho do noivo dela. O pai de Luke, Cade, evita até olhar para Willa. E tudo bem, porque além de ser rude e mal-humorado, ele ainda é 13 anos mais velho que ela. O problema é que Cade tem os ombros largos, as mãos calejadas e uma boca suja que deixam Willa com as pernas bambas. Quando eles acabam juntos na banheira de hidromassagem para um jogo de verdade ou consequência, todas as suas convicções caem por terra. Assim como as roupas dos dois. À medida que se entregam à atração, Willa percebe que a rispidez dele é só fachada. Afinal, nunca se sentiu protegida assim com homem nenhum. E Cade começa a ver que, quando aceita o risco e abre o coração, coisas boas podem acontecer. Quem sabe até o amor.
von Lauren Roberts
Caça e caçador. Destinados um ao outro. Após o final arrebatador de Powerless, Reckless é uma sequência poderosa e inebriante de romance e redenção entre duas pessoas destinadas a se odiarem, mas cujo maior pecado é se amarem. O reino de Ilya está em polvorosa. Depois dos resultados chocantes das Provas do Expurgo, das quais escapou viva por um milagre, Paedyn Gray, uma Comum, precisa lidar com as consequências de suas ações. O rei quer sua cabeça a todo custo — se grudada no pescoço ou numa bandeja de prata, ela não vai permanecer em Ilya para descobrir. Mas, para isso, precisará correr na direção contrária à que seu coração deseja. Kai Azer, Executor do reino, jurou encontrar Paedyn e trazer justiça por seus atos contra a Coroa. Pelas areias do Deserto Escaldante e nas perigosas ruas da cidade de Dor, ele terá que ir atrás da única pessoa que preferia não ter que capturar. Em uma perseguição frenética, Kai e Paedyn precisarão encarar algo muito maior do que suas obrigações e sua luta pela sobrevivência: o que sentem um pelo outro. Mas, em uma cidade sem Notáveis, a hierarquia entre caça e caçador se altera, e a batalha entre dever e desejo pode ser fatal.
von Brit Bennett
Novo livro de autora best-seller explora questões familiares e preconceito em narrativa sobre gêmeas idênticas que se encontram em lados opostos de uma sociedade racista As irmãs Vignes são gêmeas idênticas. Quando, aos 16 anos, resolvem fugir de casa, elas não fazem ideia de como isso vai alterar suas trajetórias. Mais de uma década depois, uma delas volta para a cidade natal — uma comunidade negra no sul dos Estados Unidos obcecada por novas gerações de pele cada vez mais clara —, e o choque não poderia ser maior. Porque ela não apenas chega sem a irmã, mas com uma criança. Uma criança de pele muito escura. Para as gêmeas, a separação não significou apenas o rompimento de um laço sanguíneo. Elas se encontram em pontos muito distantes em uma sociedade racista: enquanto uma se casa com um homem negro e é obrigada a retornar ao lugar de onde escapou tantos anos antes, a outra é vista como branca, e o marido branco não faz ideia de seu passado. Ainda que separadas por milhares de quilômetros — e incontáveis mentiras —, o destino das duas permanece interligado. E o que acontecerá quando os caminhos de suas filhas acabarem se cruzando também? Ao reunir diversos núcleos e gerações de uma mesma família, do extremo sul dos Estados Unidos à Califórnia, entre os anos 1950 e 1990, Brit Bennett constrói uma história emocionante, que também analisa de forma brilhante conceitos como passabilidade e colorismo. A metade perdida trata de questões raciais, explora a influência duradoura do passado em nossas vidas — seu poder de moldar decisões, desejos e expectativas — e apresenta as razões pelas quais algumas pessoas se sentem compelidas a se afastar de suas origens.