Empfehlungen basierend auf "O Estrangeiro"
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von ANTOINE DE SAINT-EXPURY
Apesar da presença explícita de dois personagens e do registro de um diálogo entre o aviador e uma criança, diversos aspectos autobiográficos estão presentes nesta narrativa, publicada pela primeira vez em 1945. Através de imagens simbólicas, as passagens de ordem temporal, na vida do autor, estão ali casamento/separação, profissões, sonhos, decepções. Os dois personagens tornam-se representações do próprio Saint-Exupéry, em um monólogo interior entre o "eu" e o "outro".
von Roxie Nafousi
A manifestação é uma prática que combina ciência e sabedoria para que você possa alcançar seus objetivos e conseguir tudo que sempre quis. Escrito por Roxie Nafousi, renomada coach de desenvolvimento pessoal, o livro explica em sete passos simples como transformar seus sonhos em realidade.Para escrever Manifeste, a autora se baseou tanto no conhecimento que retirou dos livros quanto naquele que adquiriu ao longo de seu próprio processo de manifestação. Até os vinte e poucos anos, a vida de Roxie era voltada para a diversão e o prazer, com noitadas alucinantes, festas exclusivas para ricos e famosos, e todos os eventos fashion a que conseguia ter acesso ? cada um deles devidamente registrado em posts glamorosos nas mídias sociais. Mas essa fachada de alegria escondia uma total falta de amor-próprio e de autocuidado.Após longos períodos de depressão, Roxie começou uma jornada de autoconhecimento em busca da felicidade. Foi assim que inventou uma “caixa de ferramentas para a saúde mental” e finalmente entendeu seu propósito na ajudar o maior número possível de pessoas a desenvolver essas ferramentas para si mesmas.
von Margaret Mitchell
Livro ganhador do prêmio Pulitzer de 1937. Sua adaptação para as telas, de 1939, foi indicada a 13 Oscars, ganhando oito, inclusive o de melhor filme e de melhor atriz para a inesquecível performance de Vivien Leigh. Um dos maiores clássicos do cinema. E o vento levou, de Margaret Mitchell, traz a impressionante história da bela Scarlett O’Hara e de sua transformação de jovem impetuosa e mimada em mulher prática e disposta a tudo para conseguir o que deseja. Frustrada por não conseguir se casar com Ashley Wilkes, Scarlett acaba se envolvendo com o charmoso aventureiro Rhett Butler, com quem viverá uma das histórias de amor mais célebres e conturbadas da literatura. Mitchell descreve de maneira impressionante a Guerra Civil norte-americana e retrata as grandes mudanças que pavimentaram a história dos Estados Unidos e enterraram para sempre um estilo de vida.
von Tatiana Salem Levy
Estamos em 2014. Euforia no Brasil e especialmente na cidade do Rio de Janeiro. Copa do Mundo prestes a acontecer, Olimpíadas de 2016 à vista. Tempo de esperança e construção. Júlia é sócia de um escritório de arquitetura que está planejando alguns projetos na futura Vila Olímpica. No dia de uma dessas reuniões com a prefeitura, Júlia sai para correr no Alto da Boa Vista. A certa altura, alguém encosta um cano de revólver na sua cabeça e a leva para uma área baldia. É estuprada. Deixada largada e exangue na mata, ela se arrasta para casa, onde o namorado e alguns familiares a esperam. O rosário de dor é descrito com crueza e qualidade literária poucas vezes vistas em nossa ficção.
von Van Gogh
Em Cartas a Théo está a descriçăo das obras, a formulaçăo do complexo e avançado pensamento estético de Van Gogh e a descriçăo da evoluçăo da sua própria loucura. Um material emocionante e revelador, tanto pela sua obsessiva convicçăo de que era realmente um artista, como também pela paradoxal conscięncia da própria loucura. Nas cartas, Vincent fala abertamente da sua "doença", reflete sobre ela e dramaticamente prevę as crises que se tornaram mais freqüentes no final da vida e culminaram com sua morte trágica.
von _
Edição comemorativa de vinte anos deste best-seller internacional e vencedor do Prêmio Pulitzer de 1998Armas, germes e aço procura demonstrar, por meio de uma intrigante revisão da evolução dos povos, que o destino dos europeus, nativos americanos, africanos, asiáticos e australianos foi moldado por fatores geográficos e ambientais, e não por questões étnicas ou particularidades referentes à inteligência e aptidões de cada um dos grupos. Através de uma viagem ao longo de 13 mil anos de história dos continentes, Jared Diamond conclui que a dominação de uma população sobre outra tem fundamentos militares (armas), tecnológicos (aço) ou nas doenças (germes), que dizimaram sociedades de caçadores e coletores, assegurando conquistas, proporcionando a expansão dos domínios de determinados povos e, consequentemente, conferindo-lhes grande poder político e econômico. De capa nova, esta edição comemorativa dos vinte anos de publicação traz um posfácio inédito do autor sobre a pobreza e a riqueza das nações.
von Fernando Tavares Sabino
Organizado pelo próprio Fernando Sabino, Cartas perto do coração apresenta sua troca de correspondência com Clarice Lispector entre os anos 1946 e 1969. Agora em edição especial com capa dura e novo projeto gráfico, a obra inclui prefácio inédito de Nádia Battella Gotlib, professora da USP, e fac-símiles também inéditos das cartas e das notas de leitura do original de A maçã no escuro (1998).“Em janeiro de 1944, eu mal havia completado vinte anos e recebia em Belo Horizonte, onde ainda morava, o exemplar de um romance chamado Perto do coração selvagem , com uma dedicatória da autora, Clarice Lispector, que eu não sabia quem fosse [...]. Fiquei deslumbrado com o livro. [...] Rubem Braga conheceu Clarice em Nápoles durante a guerra [...]. Quando ela retornou ao Brasil, Rubem nos apresentou um ao outro. Fiquei deslumbrado com ela”, conta Fernando Sabino na Apresentação de Cartas perto do coração , livro que faz jus à longa e profunda amizade que os dois dos mais importantes escritores brasileiros construíram ao longo de décadas.Depois de apresentados por Rubem Braga, Sabino e Lispector começaram uma relação fraternal marcada por horas de conversa em encontros marcados ou na própria casa do escritor, onde Clarice conheceu a esposa dele, Helena, e os amigos de longa data. Com as viagens intensas de ambos, mantiveram o hábito de escrever um para o outro, cultivando o vínculo de amizade e as trocas intelectuais e afetivas. Publicadas pela primeira vez em 2001, as cartas aqui presentes nos permitem descobrir o mundo interno desses dois escritores quando jovens.O diálogo entre ela e Sabino foi, além de pioneiro, um dos mais intensos desde o início de sua carreira literária.Agora, em edição capa dura, com novo projeto gráfico, assinado pela premiada designer Luciana Facchini, prefácio inédito de Nádia Battella Gotlib, fac-símiles e uma carta inédita de Clarice para Helena, Cartas perto do coração volta para as mãos daqueles que amam a escrita espirituosa de Fernando Sabino e a escrita poética e introspectiva de Clarice Lispector.“É curioso como seu livro e o meu têm a mesma raiz. Talvez você não ache isso ou sinta. Eu acho. Só que o seu termina com uma luz mais aberta – o encontro marcado se realiza. [...] Mas, Fernando, o fato de você ter escrito este livro e eu ter escrito o meu não é o começo de maturidade? [...] Me deu a certeza de um encontro marcado, e a esperança. [...] A verdade, Fernando, é que, depois desse livro, ainda sou mais sua amiga. Mas a verdade também é que, se não tivesse gostado tanto, também seria. – De Clarice Lispector para Fernando Sabino, em 8 de janeiro de 1957“As produções literárias criadas por Fernando Sabino e por Clarice Lispector – que incluem, no repertório, as bem escritas cartas aqui enfeixadas – permanecem, pois, disponíveis à leitura como peças de importância estética. Mas também como peças substanciosas no conteúdo de escopo documental, ao apontarem para um contexto histórico. E são agradáveis de se ler pelo tom descontraído de conversa sobre ‘quase tudo’. Definitivamente compõem um capítulo memorável da cultura literária brasileira.” – Nádia Battella Gotlib, para o prefácio de Cartas perto do coração
von Carla Madeira
« Algumas vezes as mudanças acontecem na marra. Uma guilhotina afiada corta as nossas mãos, e todas as rédeas escapam. É o que pensamos ter acontecido, até que a gente se dá conta de que nunca houve rédeas. Ninguém monta na vida. Brincamos de escolher, brincamos de poder conduzir o destino. Precisamos dessa ilusão para viver os dias de antes, dias em que podemos tudo só porque pensamos poder, e então a vontade do que está fora da gente joga sua sombra densa e pegajosa. Ficamos prisioneiros do que não queremos muito antes da morte. »--Quatrième de couverture
von George Orwell
Breve coletânea de um dos maiores ensaístas contemporâneos, Por que escrevo traz textos sobre o poder dos livros e da leitura, a importância da linguagem e a necessidade de se escrever. Tudo isso com a habilidade característica do autor de 1984. Seja demonstrando a falácia da linguagem política, dissecando o preço real dos livros ou proclamando verdades dolorosas sobre a guerra, os ensaios de George Orwell são atemporais e mostram sua relevância para qualquer período, país ou leitor. Ao falar sobre o poder da escrita, o autor de A Fazenda dos Animais e 1984 analisa não só a própria produção, como também o papel que a literatura — em seu sentido mais amplo — exerce tanto na formação política do indivíduo quanto em sua forma de enxergar o mundo. Incluindo os ensaios "Por que escrevo", "Política e a língua inglesa", "Livros vs. cigarros" e "O leão e o unicórnio", esta edição traz uma seleta dos ensaios mais emblemáticos de um dos principais pensadores modernos.
von George Orwell
Uma fazenda é tomada por seus animais maltratados e sobrecarregados. Cheios de idealismo, eles se propõem a criar um paraíso de progresso, justiça e igualdade, administrando o local por conta própria. Os porcos, então, assumem o comando e, com suas habilidades de alfabetização, vão aos poucos mudando as regras que os animais haviam estabelecido previamente. Dessa forma o palco está montado com uma crítica muito bem escrita de como os ideais socialistas são corrompidos por pessoas poderosas, como as massas iletradas são aproveitadas e como os líderes comunistas se transformam em capitalistas