Empfehlungen basierend auf "Melhor não contar"

Based on your reading history, we think you will also enjoy the following books.

von Elif Shafak

Depois que o coração para de bater, o cérebro permanece ativo por 10 minutos e 38 segundos. Para Leila Tequila, uma prostituta de Istambul que acabou ser assassinada, cada um desses preciosos minutos traz à tona uma memória: o gosto do guisado de bode sacrificado pelo pai para celebrar o esperado nascimento de um filho, o cheiro de limão e açúcar da cera que as mulheres usavam para se depilar na sala de estar de sua casa, o gosto do café de cardamomo que ela toma com um estudante bonito no bordel em que trabalha. Essas memórias, que se esvaem nos breves minutos que lhe restam, trazem de volta as amizades que ela formou em sua vida agridoce, amigos que agora estão desesperadamente tentando encontrá-la. Profundo, brutal e emocionante, 10 minutos e 38 segundos neste mundo estranho traz em suas páginas um vórtice de dor e beleza. Elif Shafak apresenta uma história sobre trauma, violência sexual e as agruras da vida das mulheres turcas, que estão sujeitas a um sistema social cruel, regido pelo regras e amarras do patriarcado.

von Sarah J. Maas

" A autora #1 do New York Times Sarah J. Maas lança sua nova série Cidade da Lua Crescente, agora com tradução revista. Neste primeiro volume, Casa de terra e sangue, conhecemos a história da semifeérica Bryce Quinlan, que busca vingança em um mundo de fantasia contemporâneo repleto de magia, perigo e romance abrasador. Bryce Quinlan tinha a vida perfeita - trabalhava duro o dia todo e festejava noite adentro -, até que um demônio assassina alguns de seus melhores amigos, deixando-a destruída e mudando sua vida para sempre. Sem entender como sobreviveu ao ataque da besta, a semifeérica tenta superar a perda, com o consolo de que o culpado por conjurar o demônio está atrás das grades. Mas quando os crimes recomeçam, dois anos depois e com as mesmas características, Bryce se vê no meio de uma investigação que pode ajudá-la a vingar a morte dos amigos. Hunt Athalar é um notório anjo caído, agora escravizado pelos arcanjos que um dia tentou derrubar. Suas habilidades brutais e força incrível foram definidas para alcançar um único objetivo: assassinar – sem perguntas – os inimigos do seu chefe. Mas com um demônio causando estragos na cidade, ele ofereceu um acordo irresistível: ajudar Bryce a encontrar o assassino, e sua liberdade estará ao seu alcance. Enquanto Bryce e Hunt se aprofundam nas entranhas da Cidade da Lua Crescente, eles descobrem um poder sombrio que ameaça tudo e todos que amam, e encontram um no outro uma paixão ardente – que teria o poder de libertar os dois, se eles apenas a aceitassem. Com personagens inesquecíveis, romance ardente e um suspense eletrizante a cada virar de página, Casa de terra e sangue é o primeiro volume de Cidade da Lua Crescente, a nova série de fantasia da autora best-seller no 1 do New York Times, Sarah J. Maas. Com mais de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o mundo, Sarah é um fenômeno. Vencedora de três prêmios literários em anos consecutivos, a autora possui uma legião de fãs apaixonados. Agora, estreia brilhantemente no universo da ficção new adult. "

von Callie Hart

Aos vinte e quatro anos, Saeris Fane é tão boa em sobreviver quanto em guardar segredos. Na escaldante Zilvaren, as condições de vida sob os Gêmeos, os dois sóis que assolam a cidade, não poderiam ser piores. A água é o bem mais raro e precioso, e os zilvarenses fazem qualquer coisa para conseguir um pouco mais do que sua mísera cota diária. Uma ladra habilidosa, capaz de muito mais do que bater carteiras, há anos Saeris vem desviando água potável dos reservatórios da rainha Madra. E não é só isso: ela possui uma estranha e perigosa habilidade de manipular metais, algo proibido e considerado heresia.Mas, ao se deparar com a Morte em pessoa, ela sem querer reabre um portal entre mundos e é transportada para Yvelia, o gélido reino dos feéricos. Esses seres, antes considerados um mito e um pesadelo, provam-se bastante reais, e Saeris acaba no meio de um conflito centenário que pode ser fatal.A primeira humana a cruzar as montanhas geladas de Yvelia em mil anos, ela se vê ligada a um belo guerreiro feérico que tem os próprios planos secretos e sombrios. Ele pretende usar a magia de alquimista de Saeris para proteger seu povo, e não importa o que isso vá custar a ele... ou a ela. A Morte tem nome e sobrenome: Kingfisher do Portão de Ajun, de passado obscuro e atitudes suspeitas. Mas ele também pode ser a única esperança de Saeris de voltar para casa.Entretanto, é preciso ter cuidado com os acordos que se faz com feéricos. O diabo mora nos detalhes e, em Yvelia, nada é realmente o que parece.

von Freida McFadden

43 SEMANAS NA LISTA DE MAIS VENDIDOS DO THE NEW YORK TIMESNão espie por trás da porta!“Freida McFadden segue entregando aquilo que faz de melhor: enganar o leitor da primeira à última página!” – Tiago Valente, booktoker com mais de meio milhão de seguidoresMillie está de volta! A aguardada sequência de A empregada.Millie saiu da casa dos Winchesters e está mais uma vez procurando emprego. Agora o segredo que ela precisa proteger é mais sombrio ainda.Achar alguém que não faça mil perguntas sobre a vida – e o passado – de uma candidata a empregada costuma ser praticamente impossível. Por isso Millie mal consegue acreditar quando Douglas Garrick a contrata.O plano dela é trabalhar na casa da família por um período curto, de preferência sem atrair nenhuma atenção, até alcançar seu objetivo maior.Só que, enquanto ela passa os dias limpando a cobertura deslumbrante e preparando pratos requintados para o casal, a Sra. Garrick nunca sai do quarto. Na verdade, as duas não foram sequer apresentadas. E Millie tem certeza de que já a ouviu chorando.Certo dia, ao colocar a roupa para lavar, ela vê manchas de sangue na camisola da mulher. Não é a primeira vez, e Millie decide descobrir o que está acontecendo. Quando finalmente consegue entrar no quarto, o que vê lá dentro muda todos os seus planos.Alguém precisa pagar. E o preço depende unicamente do que Millie está disposta a fazer.

von Vanessa Passos

"Ambientada em Fortaleza, este conta sobre uma linhagem de mulheres unidas pelo destino, separadas pela dor, pelo abandono, pela fé e pelo ceticismo. Segredam entre si quem são ? a avó, mulher negra, esconde de sua filha quem seria seu pai; a filha, branca, luta para sobreviver, escrever e rejeita a maternidade que lhe foi imposta; a neta recebe a raiva da mãe e já nasce sentindo a dor de ser mulher. É uma ficção imersa na crueza da linguagem e calcada no real que transforma a história em grande literatura. Esta edição conta com prefácio de Giovana Madalosso, finalista do Prêmio Biblioteca Nacional e do Prêmio São Paulo de Literatura, e posfácio de Natalia Timerman, finalista do Prêmio Jabuti."--

von Clarice Lispector

Clarice, me dá tua mão. Tudo parece de novo impossível nesse frêmito de eternidade que é o presente, mas confio na nossa aproximação: aconteceu daquela vez o impensável; adaptar A paixão segundo G.H. para o teatro. Não fui sozinha como você, embora quando estive ali, cara a cara com a barata, era eu mesma, sozinha como um caco de vidro, um cachorro e uma galinha estão sós e cara a cara. Com o quê? Consigo. Eu fui, ao encarnar durante mais de dois anos a G.H. num monólogo para o teatro – adaptado por Fauzi Arap e dirigido por Enrique Díaz –, uma pessoa sem a pessoa que eu era antes para fazer companhia para mim mesma. Fui perdendo as cascas, o invólucro, mergulhando em águas cada vez mais densas e profundas, perdendo o contorno humano, transladei para outra, outro lugar, desconhecido, terrível e maravilhoso, que não eu. Mas houve as mãos que me ajudaram na travessia. As suas mãos, Clarice. As suas mãos de escritora que tantas vezes anseiam as nossas para irmos contigo, nessa grande odisseia de uma mulher que viaja para dentro de si e se despersonaliza. Ela desvira o Eu. Ela se te revira. Não é brincadeira o que acontece aqui, é coisa que se lê e se toma e entra no próprio sangue, é saber xamânico, potente, destruidor e revivificador. Nada se cria sem desfazer essas camadas de noções fossilizadas sobre nós mesmos e o mundo. Tuas palavras agem sobre mim, ainda e sempre. Agora, neste ano de 2020, é seu aniversário de 100 anos. A paixão foi escrito em 1964. Imagino você aqui escrevendo sobre o agora, o momento presente atravessando as paredes de sua casa e de seu corpo e se metamorfoseando em palavras que você escreve e essas palavras agem, transformam a vida. Nós estamos olhando a vida que se nos olha, Clarice. A vida se nos é, e se me é, tão radicalmente agora, que voltei a andar com teu livro colado em mim. Livro que é registro desse tempo eterno onde fracassamos e vamos de novo, com o fracasso das nossas existências e palavras. Das milhares de apresentações possíveis que eu poderia fazer, eu escolho dizer sim; sim, leia este livro como experiência que se vive. Entrar pelo corpo, e ir com as palavras mais "pelo que elas fazem do que pelo que elas falam", ir com G.H., atravessando esses portais e ir se perdendo nas paredes, nos hieróglifos da casa, nas marcas deixadas pelo outro, e ir indo, parando e recuperando o fôlego até mergulhar completamente nesta obra extraordinária que nunca mais vai parar de acontecer. — Mariana Lima, Atriz e produtora Nova edição de A paixão segundo G. H. em capa dura e forração de tecido para coleção Clarice Essencial com posfácio de Luiz Fernando Carvalho.

von Carla Madeira

« Algumas vezes as mudanças acontecem na marra. Uma guilhotina afiada corta as nossas mãos, e todas as rédeas escapam. É o que pensamos ter acontecido, até que a gente se dá conta de que nunca houve rédeas. Ninguém monta na vida. Brincamos de escolher, brincamos de poder conduzir o destino. Precisamos dessa ilusão para viver os dias de antes, dias em que podemos tudo só porque pensamos poder, e então a vontade do que está fora da gente joga sua sombra densa e pegajosa. Ficamos prisioneiros do que não queremos muito antes da morte. »--Quatrième de couverture

von Rita Lee

Rita Lee continua a contar sua história em Outra autobiografia "(...) quando decidi escrever Rita Lee: Uma autobiografia (2016) , o livro marcava, de certo modo, uma despedida da persona ritalee, aquela dos palcos, uma vez que tinha me aposentado dos shows. Achei que nada mais tão digno de nota pudesse acontecer em minha vidinha besta. Mas é aquela velha história: enquanto a gente faz planos e acha que sabe de alguma coisa, Deus dá uma risadinha sarcástica." Rita Lee Rita pode ter tido de tudo, menos uma “vidinha besta”. E os últimos anos foram, sim, desafiadores. Ao mesmo tempo que o mundo passava por uma pandemia, ela foi diagnosticada com câncer no pulmão. Em um texto franco, ora cru e chocante, ora cheio de ironias, ora sutil e amoroso, Rita Lee não poupa detalhes de seu tratamento. Fala também da rotina, dos avisos do Universo, de seres de luz e dos caminhos que a vida tomou. Com franqueza e honestidade — marcas registradas de sua escrita —, ela pariu um novo livro autobiográfico que vai mexer profundamente com o leitor. Nossa compositora maior está, sem dúvida, no panteão literário entre os grandes escritores. Ao nos entregar este livro, Rita é tomada de uma coragem que só não é superior ao amor que tem por seu público. Afinal, ela quis contar a ele, tim-tim por tim-tim, o que se passou. Viva Rita! Phantom, março de 2023

von Liz Moore

O livro que Taylor Swift leu durante a The Eras Tour, em breve uma série da Netflix! Considerado pelo New York Times o melhor thriller e romance policial de 2024, incluído na lista dos "100 livros de leitura obrigatória do ano" da revista Time e eleito o número 1 do ano pela People, Ecos da floresta conduz o leitor a uma história de sucessões e segundas chances, mergulhando nas tensões entre uma família e a comunidade ao seu redor — e da qual ninguém sairá impune. Manhã, agosto de 1975. A monitora do Acampamento Emerson encontra uma das camas vazia — a campista Barbara Van Laar desapareceu. No entanto, Barbara não é qualquer menina de treze anos; ela é a filha dos donos do acampamento, que também empregam grande parte dos moradores da região. E essa não é a primeira vez que uma criança dos Van Laar some: catorze anos antes, o irmão mais velho de Bárbara desapareceu de forma semelhante e nunca mais foi encontrado. Junto com uma busca frenética, desenrola-se uma emocionante trama, com pontos de vistas de diferentes pessoas e épocas. Ao destrinchar todas as camadas do mistério em torno da poderosa família Van Laar e da comunidade que vive e trabalha à sua sombra, a história multifacetada de Liz Moore convida os leitores a uma rica e cativante dinastia de segredos. "Uma joia rara, um thriller literário imersivo e envolvente. Um romance sobre o amor após uma tragédia e sobre famílias do melhor — e do pior — tipo." — PAULA HAWKINS "Um romance que, no começo, é difícil parar de ler. E, a partir da página duzentos, impossível." — STEPHEN KING "Extraordinário... me lembra da estreia de Donna Tartt, em 1992, com A história secreta... Eu estava submersa em um mundo ficcional tão rico, que passei horas sem emergir em busca de ar." — MAUREEN CORRIGAN "Esse thriller ardilosamente ritmado... tem o cinetismo de uma minissérie bem elaborada." — THE NEW YORKER

von Maureen Johnson

A AGUARDADA SEQUÊNCIA DE CORDIALMENTE CRUEL! Quando um colega de classe de Stevie é assassinado, os pais da jovem decidem tirá-la do Instituto Ellingham, prezando por sua segurança. Entretanto, Stevie está disposta a fazer qualquer coisa para voltar ao colégio e resolver de uma vez por todas o caso Cordialmente Cruel — que se tornou sua verdadeira obsessão. Agora, no entanto, muitas outras questões estão vindo à tona. Onde o assassino se escondeu? Qual é o significado da charada que Albert Ellingham deixou para trás? E o que exatamente está em jogo no caso Cordialmente Cruel? Aos poucos, Stevie descobre que as misteriosas ocorrências em sua escola não ficaram apenas no passado — elas são parte viva do presente de Ellingham.