Empfehlungen basierend auf "Corte de chamas prateadas (Vol. 4 Corte de espinhos e rosas)"
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von Elif Shafak
Depois que o coração para de bater, o cérebro permanece ativo por 10 minutos e 38 segundos. Para Leila Tequila, uma prostituta de Istambul que acabou ser assassinada, cada um desses preciosos minutos traz à tona uma memória: o gosto do guisado de bode sacrificado pelo pai para celebrar o esperado nascimento de um filho, o cheiro de limão e açúcar da cera que as mulheres usavam para se depilar na sala de estar de sua casa, o gosto do café de cardamomo que ela toma com um estudante bonito no bordel em que trabalha. Essas memórias, que se esvaem nos breves minutos que lhe restam, trazem de volta as amizades que ela formou em sua vida agridoce, amigos que agora estão desesperadamente tentando encontrá-la. Profundo, brutal e emocionante, 10 minutos e 38 segundos neste mundo estranho traz em suas páginas um vórtice de dor e beleza. Elif Shafak apresenta uma história sobre trauma, violência sexual e as agruras da vida das mulheres turcas, que estão sujeitas a um sistema social cruel, regido pelo regras e amarras do patriarcado.
von Rebecca Ross
Após séculos adormecidos, os deuses estão em guerra novamente. No entanto, a única preocupação de Iris Winnow, uma jovem jornalista de dezoito anos, é manter sua família unida e em segurança.Enquanto a mãe de Iris sofre para superar um vício e o irmão está desaparecido em meio às trincheiras da guerra, a melhor forma de a garota atingir seu objetivo é conquistando a vaga de colunista no jornal onde trabalha, a Gazeta de Oath.Enquanto isso, para lidar com suas preocupações, Iris escreve cartas para o irmão. Porém, misteriosamente, elas vão parar nas mãos de Roman Kitt, seu insensível e fascinante rival na redação do jornal.Quando ele passa a responder anonimamente as cartas, os dois criam uma conexão mágica que seguirá Iris até a linha de frente da batalha, em uma busca por seu irmão, pela salvação da humanidade e pelo amor.
von Naomi Klein
✶ Best-seller Imediato Do The New York Times ✶ Ganhador Do Women's Prize De Não Ficção 2024 ✶ Presente Na Lista Dos Melhores Livros Do Ano Do New York Times, Guardian, Time E Slate ✶ Traduzido Para Mais De 30 Idiomas Doppelgänger: Palavra De Origem Alemã Que Significa Duplo Ambulante. Refere-se à Ideia De Que Cada Indivíduo Tem O Seu Sósia, Muitas Vezes Uma Cópia Maligna, Circulando Por Aí. É Com Esse Termo Que A Canadense Naomi Klein Identifica A Outra Naomi, Uma Jornalista Com Quem Passa A Ser Confundida. O Problema é Que, Enquanto Klein é Uma Das Vozes Mais Respeitadas Entre Intelectuais De Esquerda No Mundo Todo, Sua Doppelgänger Se Torna, Em Plena Pandemia, Assumida Negacionista, Antivacina E Difusora De Teorias Da Conspiração Das Mais Variadas, Com Ampla Interlocução Nos Canais Da Extrema Direita. Em Doppelgänger – Uma Viagem Através Do Mundo-espelho, A Escritora Naomi Klein Faz Uma Investigação De Fôlego No Submundo Online Da Desinformação E Das Teorias Conspiratórias. Autora De Vários Best-sellers E Traduzida Em Mais De Trinta Idiomas, Ela Analisa Como Funciona Essa Realidade Paralela, Um Mundo Invertido No Qual As Pessoas Embarcam Em Uma Teia De Verdades Facilmente Contestáveis E Assumem Discursos Fanáticos, Repletos De Violência E Paranoia, Expandindo A Polarização Das Redes Sociais Para Diversas Outras Esferas Da Sociedade. No Paralelo Com Alice, Que Se Lança Do Outro Lado Do Espelho, Mergulha Na Toca Do Coelho E Vê O Mundo Invertido, Naomi Klein Usa A Cultura Doppelgänger Como Ponto De Partida E De Análise Em Sua Envolvente Narrativa. Ao Longo Dos Capítulos, Ela Entrelaça Temas Aparentemente Tão Diversos Como A Cultura Digital E A Luta Antirracista, Os Esquecidos Do Capitalismo E O Conflito Israel-palestina. Uma Viagem Que Passa Obrigatoriamente Pelo Brasil, Que Vive Então Sob O Governo Bolsonaro. A Edição Da Carambaia Tem Tradução De Renato Marques E Conta Com Posfácio Do Filósofo E Professor Da Puc-rio Rodrigo Nunes.
von Jennette McCurdy
Um comovente e hilário livro de memórias da estrela Jennette McCurdy sobre suas lutas como ex-atriz infantil – incluindo distúrbios alimentares, vícios e o complicado relacionamento com sua mãe autoritária – e como retomou o controle de sua vida. Jennette McCurdy tinha seis anos quando realizou seu primeiro teste para atriz. O sonho de sua mãe era que sua única filha se tornasse uma estrela, e Jennette faria qualquer coisa para deixá-la feliz. Então obedeceu ao que a mãe chamava de “restrição calórica”, comendo pouco e pesando-se cinco vezes por dia. Também sofreu extensos procedimentos estéticos “caseiros”, como na passagem onde a mãe insistia que Jennette tingisse os cílios: “Seus cílios são invisíveis, sabia? Você acha que a Dakota Fanning não pinta os dela?” Jennette chegou ao cúmulo de ser banhada pela mãe até os dezesseis anos, além de ser forçada a mostrar o conteúdo de seus diários e e-mails e compartilhar toda a sua renda. Em Estou Feliz que Minha Mãe Morreu, Jennette narra tudo isso em detalhes – assim como o que acontece quando o sonho finalmente se torna realidade. Lançada em uma nova série da Nickelodeon chamada iCarly, ela foi impelida à fama. Embora sua mãe estivesse em êxtase, enviando e-mails aos moderadores do fã-clube e tratando os paparazzi pelo primeiro nome (“Oi, Gale!”), Jennette sentia muita ansiedade, vergonha e autoaversão, que se manifestavam na forma de distúrbios alimentares, vícios e uma série de relacionamentos tóxicos. Tais problemas só pioraram quando, logo após assumir a liderança no spin-off de iCarly, Sam & Cat, ao lado de Ariana Grande, sua mãe veio a falecer de câncer. Finalmente, depois de descobrir a terapia e parar de atuar, Jennette embarcou na recuperação e passou a decidir, pela primeira vez na vida, o que realmente queria. Narrada com franqueza e humor ácido, Estou Feliz que Minha Mãe Morreu é uma história inspiradora de resiliência, independência e a alegria de poder lavar o próprio cabelo.
von Jessica Anya Blau
Quase Famosos encontra Daisy Jones & The Six nesta história encantadora sobre uma garota de quatorze anos que atinge a maioridade na década de 70 [...]. New York Times Mary Jane é uma adolescente que adora cozinhar com a mãe, cantar no coral da igreja e ouvir discos. Tímida, discreta e gentil, ela consegue um emprego como babá da filha de um médico — um trabalho respeitável em uma casa respeitável, pelo menos é o que pensam os pais de Mary Jane. Mas logo no primeiro dia de trabalho, Mary Jane descobre que foi parar na casa de uma família hippie que vive de um jeito completamente diferente de sua própria família. Para completar — e ainda mais fora da caixinha! —, o médico em questão é um psiquiatra que trata de um famoso astro do rock viciado em drogas. A convivência com essa nova família desperta em Mary Jane sentimentos e percepções que, até então, ela nunca tinha vivido. Dividida entre o estilo de vida rígido que sempre conheceu e a liberdade que descobre ser possível, como será que Mary Jane vai terminar o verão? Mary Jane é uma viagem musical, divertida e espirituosa pela década de 70. Acompanhe a chegada dessa protagonista inesquecível à vida adulta e se prepare para descobrir um mundo novo junto com Mary Jane!
von Brynne Weaver
Segundo volume da trilogia Morrendo de Amor, Couro & Rouxinol traz dois inimigos que se apaixonam um pelo outro em uma trama sombria, perigosa e picante.Tudo que o assassino de aluguel Lachlan Kane quer é uma vida pacata em seu ateliê de artigos de couro, livre do passado traumático. Quando ele deixa o melhor cliente de seu chefe na mão, porém, fica claro que nunca conseguirá escapar do submundo.Até que a cantora Lark Montague lhe propõe um trato: ela pode garantir a segurança dele, mas ele vai ter que se casar com ela para isso. Ainda que os dois não se suportem.Lachlan acha que Lark é só uma filhinha de papai privilegiada, mas há muitos segredos nas sombras da aparente alegria dela. Com a família em colapso e a felicidade da melhor amiga em risco, Lark decide se tornar esposa do homem que está determinada a detestar, mesmo que ele seja uma tentação em forma de matador profissional.Enquanto os dois circulam pelo mundo decadente que os une, o casamento parece cada vez mais real. Assim como os perigos, que não são apenas os que eles conhecem.Há um vilão com muito mais sede de sangue à espreita.
von Fabiane Secches, Talita Hoffmann
O livro "Elena Ferrante, uma longa experiência de ausência" acompanha os caminhos da misteriosa escritora italiana, desde a escolha do pseudônimo até a publicação de seu último romance. Ferrante é autora de algumas das obras mais lidas e comentadas dos últimos trinta anos. Com cerca de 12 milhões de exemplares vendidos, foi traduzida para mais de 50 países e se tornou um fenômeno mundial. Mais do que o mistério em torno da figura da autora, o que tem intrigado leitoras e leitores de todo o mundo são os mistérios propostos por sua obra, que Fabiane Secches, pesquisadora e crítica literária, busca esmiuçar nesse livro pioneiro sobre a autora no Brasil. A obra mais célebre de Ferrante, a tetralogia napolitana, inspirou a série "My brilliant friend", exibida aqui pela HBO, que está atualmente em sua segunda temporada. Nesse livro, as leitoras e os leitores de Ferrante poderão retornar aos seus primeiros romances ("Um amor incômodo", "Dias de abandono" e "A filha perdida"), revisitar a complicada amizade de Elena Greco (Lenu) e Rafaella Cerullo (Lila) da tetralogia, sondar o último livro publicado por Ferrante ("A vida mentirosa dos adultos", ainda inédito no Brasil) e acompanhar uma reflexão pormenorizada quanto aos temas e procedimentos de escrita da autora italiana. A comoção causada por seus livros, apelidada de "Febre Ferrante", também inspirou um capítulo à parte deste livro, que reúne comentários de diversos escritores, editores, críticos literários, psicanalistas, professores, pesquisadores e outros pensadores, que buscam analisar aspectos diferentes da obra de Ferrante. O livro de foi ilustrado pela artista Talita Hoffmann —em suas páginas, entre outras imagens, estão dois mapas coloridos traçados a partir do percurso das personagens da tetralogia napolitana. Cada livro acompanha de presente um marcador de página com ilustrações de Hoffmann.
von Jennifer L. Armentrout
Se você se encantou com Poppy e Casteel na série Sangue e Cinzas, prepare-se para se render à fantástica história de Sera e Nyktos. Este kit conta com os dois primeiros volumes da eletrizante e irresistível série Carne e Fogo, da autora best-seller do New York Times, Jennifer L. Armentrout. Uma sombra na brasa (Vol. 1 Carne e Fogo) O destino de Seraphena já estava traçado ao nascer: sendo a primeira mulher da linhagem do Rei Roderick Mierel, ela teria que cumprir o acordo feito por seu ancestral com o Primordial da Morte e salvar seu povo da terrível Devastação que recaiu sobre Lasania. Porém, com a demora da linhagem em gerar uma herdeira, a família Mierel descobriu como quebrar o acordo a seu favor: matando o Primordial que o concedeu. Matar uma criatura tão antiga e poderosa não é tarefa fácil. Por isso Sera treinou a vida inteira para as mais diversas habilidades, inclusive a da sedução, visto que a única fraqueza de um Primordial é o amor. Somente apaixonando-se ele se tornará fraco e vulnerável o suficiente para que Sera possa cumprir seu destino. Mas um ser tão poderoso se renderá aos encantos de Sera? Uma luz na chama (Vol. 2 Carne e Fogo) Nesta continuação da saga de Seraphena e Nyktos, a frágil confiança entre os dois é destruída quando o plano de Sera de matar o Primordial da Morte é descoberto. Desacreditada e suspeita, ela decide se concentrar em derrotar Kolis, o tirano que ameaça o reino mortal e o Iliseu. Juntos eles traçam um plano, mas a crescente e irresistível atração entre Sera e Nyktos torna tudo muito mais complicado. Ela sabe que não pode se permitir amar o Primordial, pois deseja uma vida livre de seu destino. No entanto, enquanto Sera começa a se ver como Consorte de Nyktos por amor, os perigos nas Terras Sombrias aumentam e os ataques tornam-se mais frequentes. O poder crescente de Sera a coloca em risco, especialmente com a convocação para a Corte do Primordial, onde ela e Nyktos devem enfrentar ameaças iminentes e um futuro incerto para ela, o Iliseu e o reino mortal. Classificação indicativa: 18 anos.
von Abdellah Taïa
O marroquino Abdellah Taïa foi o primeiro escritor árabe a se assumir homossexual publicamente, em 2006. Para muitos homossexuais vivendo no mundo árabe sob opressão político-religiosa, seu rosto é o único com o qual se identificar, a única inspiração visível. Em seus livros, Abdellah Taïa exibe a dignidade do homossexual árabe. Merecidamente,como autor, ele se tornou um ícone de resistência, e sua obra está entre as mais relevantes no que se produz na literatura atualmente. Aquele que é digno de ser amado é seu primeiro romance publicado no Brasil. O livro toma a forma de quatro cartas. Nas duas primeiras, o personagem principal, Ahmed, homossexual marroquino de 40 anos residente em Paris, escreve à mãe, Malika, morta faz cinco anos, e ao amante francês, Emmanuel, que conheceu no Marrocos aos 17 anos e com quem partiu para a França. As outras duas cartas são dirigidas a Ahmed por Vincent, um amante do passado, e Lahbib, um amigo de infância. Essa correspondência se estende por vinte e cinco anos, de 1990 a 2015. Nas cartas, Ahmed questiona e é questionado sobre sua homossexualidade, sua relação com a mãe, seus vínculos com o Marrocos e sua identidade como árabe na sociedade francesa. Ao partir para a França com Emmanuel e adotar a língua e o modo de vida do colonizador, Ahmed ganhou liberdade para expressar sua sexualidade, mas perdeu suas raízes e sua identidade. Aquele que é digno de ser amado é um livro que fala de vários temas: da relação difícil entre mãe e filho, da dor da homossexualidade, do exílio no estrangeiro, da ilusão de emancipação e da submissão cultural. No entanto, sobretudo, é um livro que fala do colonialismo e das relações de poder, e de como eles se refletem na vida afetiva de um homossexual árabe de 40 anos radicado nos dias de hoje em Paris.
von Machado de Assis
Um romance, um autor e um narrador que nos desafiam! A obra do defunto autor de Machado de Assis causou tamanho choque que os críticos e todo o público que a lia questionaram seu conteúdo, forma, linguagem e, até mesmo, renegaram o que viria a ser um dos maiores clássicos de língua portuguesa. Vista os óculos da consciência machadiana e siga pelos flashbacks memorialísticos de um típico burguês do século XIX. Atente, desconfie e veja como Machado satirizou os leitores de uma época.