Empfehlungen basierend auf "A natureza da mordida"

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von Emily Henry

As quatro comédias românticas deliciosas de Emily Henry reunidas pela primeira vez em um box que vai deixar os fãs apaixonados. Leitura de verão Em Leitura de verão, uma escritora de romances que não acredita mais no amor e um escritor literário sufocado pela rotina se envolvem em um desafio que pode subverter tudo o que eles sempre pensaram sobre o que é ser feliz. Augustus Everett é um aclamado autor de ficção literária. January Andrews escreve romances best-seller. Eles definitivamente são polos opostos. A única coisa que têm em comum é que, durante três meses, vão morar em casas de praia vizinhas, ambos falidos e paralisados por um bloqueio criativo. Cada um vai finalizar um livro e ninguém vai se apaixonar. Será? De férias com você Dois melhores amigos. Dez viagens de verão. Uma última chance de se apaixonar. Poppy e Alex. Alex e Poppy. Eles não têm nada em comum. Ela é uma garota rebelde; ele usa calça cáqui. Ela tem um desejo insaciável de viajar; ele prefere ficar em casa lendo um livro. E de alguma forma, desde uma fatídica carona na faculdade há muitos anos, os dois são melhores amigos. Até dois anos atrás... quando eles estragaram tudo. E, desde então, não se falaram mais. Agora Poppy tem uma semana para consertar as coisas. Será que algo mais ainda pode dar errado? Loucos por livros Loucos por livros vai aquecer o coração dos leitores e mostrar um pouquinho dos bastidores do mercado editorial. Os livros são a vida de Nora Stephens — e ela definitivamente não é o tipo de heroína dos livros. Não é a garota impulsiva, nem a descontraída, muito menos a imagem da meiguice. E é por isso que Nora concorda em passar o verão em Sunshine Falls, Carolina do Norte, quando Libby implora por uma viagem de irmãs. Mas, em vez de piqueniques no campo ou encontros inesperados com um belo médico, ou quem sabe com um barman musculoso, Nora esbarra em Charlie Lastra, um editor ranzinza que ela conhece de Nova York. Seria um daqueles encontros fofos se não fosse o fato de que eles já se viram antes — e nunca foi fofo. Mas, à medida que se veem juntos repetidas vezes, o que eles descobrem pode acabar por deslindar as histórias cuidadosamente elaboradas que eles escreveram sobre si mesmos. Lugar feliz Lugar feliz traz a história de um casal que ainda não sabe se quer ficar junto ou separado. Harriet e Wyn são o casal dos sonhos desde a faculdade. Só que agora — por razões sobre as quais não conversam — eles não combinam mais. Faz cinco meses que Harriet e Wyn terminaram, e ainda não contaram aos seus melhores amigos. Assim, continuam dividindo o maior quarto da casa no Maine onde sua turma de amigos passa férias há uma década. Porque a casa no Maine está à venda, e esta é a última semana que os amigos terão para ficar juntos no paraíso. Depois de anos apaixonados, não deve ser tão difícil fingir por apenas uma semana, na frente das pessoas que conhecem os dois como ninguém... certo?

von Cho Nam-Joo

Com Narrativa Sutil E Ao Mesmo Tempo Arrebatadora, Kim Jiyoung, Nascida Em 1982 Retrata A Realidade De Uma Jovem Coreana E Os Profundos Impactos Da Desigualdade De Gênero Na Vida Das Mulheres Em Um Pequeno Apartamento Nos Arredores Da Frenética Seul Vive Kim Jiyoung. Uma Millennial Comum, Jiyoung Largou Seu Emprego Em Uma Agência De Marketing Para Cuidar Da Filha Recém-nascida Em Tempo Integral — Como Se Espera De Tantas Mulheres Coreanas. Mas, Em Pouco Tempo, Ela Começa A Apresentar Sintomas Estranhos, Que Preocupam O Marido E Os Sogros: Jiyoung Personifica Vozes De Outras Mulheres Conhecidas — Vivas E Mortas. A Estranheza De Seu Comportamento Cresce Na Mesma Proporção Que A Frustração Do Marido, Que Acaba Aconselhando A Esposa A Se Consultar Com Um Psiquiatra. Toda A Sua Trajetória é, Então, Contada Ao Médico. Nascida Em 1982 E Com O Nome Mais Comum Entre As Meninas Coreanas, Kim Jiyoung Rapidamente Se Dá Conta De Como é Desfavorecida Frente Ao Irmão Mimado. Seu Comportamento Sempre é Vigiado E Cobrado Pelos Homens Ao Seu Redor: Desde Os Professores Do Ensino Fundamental, Que Impõem Uniformes Rígidos às Meninas, Até Os Colegas De Trabalho, Que Instalam Uma Câmera Escondida No Banheiro Feminino Para Postar Fotos íntimas Das Mulheres Em Sites Pornográficos. Aos Olhos Do Pai, é Culpa De Jiyoung Que Os Homens A Assediem; Aos Olhos Do Marido, é Dever Dela Abandonar A Carreira Para Cuidar Da Casa E Da Filha. A Vida Dolorosamente Comum De Kim Jiyoung Vai Contra Os Avanços Da Coreia Do Sul, Uma Vez Que O País Abandona As Políticas De Controle De Natalidade E “planejamento Familiar” — Que Privilegiava O Nascimento De Meninos — E Aprova Uma Nova Legislação Contra A Discriminação De Gênero. Diante De Tudo Isso, Será Que Seu Psiquiatra Pode Curá-la Ou Sequer Descobrir O Que Realmente A Aflige? Best-seller Internacional, Kim Jiyoung, Nascida Em 1982 é Uma Obra Poderosa E Contemporânea Que Não Só Atinge O âmago Da Individualidade Feminina, Como Também Questiona O Papel Da Mulher Em âmbito Universal.

von Virginia Woolf

A Room Of One's Own Is An Extended Essay Based On Two Lectures That Woolf Delivered At Newnham College And Girton College, Two Women's Colleges At The University Of Cambridge, In 1928. In This Work, Woolf Explores The Societal And Material Conditions Required For Women To Write And Produce Literature. The Central Thesis Of A Room Of One's Own Is Encapsulated In Woolf's Assertion That A Woman Must Have Money And A Room Of Her Own If She Is To Write Fiction. Woolf Argues That Women Have Been Systematically Denied The Financial Independence And Private Space Necessary To Create Literary Works. She Examines The History Of Women In Literature And Highlights The Difficulties They Faced In Pursuing Their Artistic Ambitions.

von Sebastiao Salgado

Un día como cualquier otro de 1970, Sebastião Salgado tomó por primera vez una cámara entre sus manos. Tenía entonces 26 años. Al mirar a través del visor tuvo una epifanía: de repente, la vida cobró sentido. A partir de aquel día (y pese a que tuvieron que pasar años de duro trabajo hasta que pudo ganarse la vida como fotógrafo), la cámara pasó a ser la herramienta a través de la cual interactuar con el mundo. Salgado, que «siempre ha preferido la paleta de claroscuros de las imágenes en blanco y negro», tomó muy pocas fotografías en color antes de renunciar por completo a este medio.El fotógrafo Sebastião Salgado, que creció en una hacienda de Brasil, siente un profundo amor y respeto por la naturaleza; asimismo, es un hombre profundamente comprometido con la devastadora situación socioeconómica en la que, a menudo, se ven afectados los seres humanos. Entre los innumerables trabajos que Salgado ha producido durante su prestigiosa trayectoria, destacan tres proyectos de gran envergadura: Trabajadores (1993), que documenta la evanescente forma de vida de los obreros de todo el mundo, Éxodos (2000), un tributo a la emigración masiva provocada por la hambruna, los desastres naturales, el deterioro medioambiental y la presión demográfica; y esta obra, Génesis, que es el resultado de una épica expedición de ocho años para redescubrir montañas, desiertos, océanos, animales y pueblos que han eludido la impronta de la sociedad moderna: la tierra y la vida de un planeta aún virgen. «Alrededor del 46 % de la Tierra permanece en el estado en el que se hallaba en la época del Génesis ―nos recuerda Salgado―. Debemos conservar lo existente.» El proyecto Génesis, junto con el Instituto Terra, fundado por Lélia y Sebastião Salgado, se propone mostrar la belleza de nuestro planeta, revertir el daño que se le ha causado y conservarlo para el futuro.En sus más de 30 viajes, realizados a pie, en avioneta, en buques, canoas e incluso a bordo de globos aerostáticos, con un calor y un frío extremos y en condiciones a menudo peligrosas, Salgado creó una colección de imágenes que nos muestran la naturaleza, los animales y los pueblos indígenas con una sobrecogedora belleza. Salgado, que domina la monocromía con tan extrema destreza que compite con el virtuoso Ansel Adams, ofrece una nueva dimensión de la fotografía en blanco y negro; las variedades tonales de sus obras, el contraste entre luz y oscuridad, recuerda las obras de grandes maestros como Rembrandt y Georges de La Tour.¿Qué descubrimos en Génesis? Especies animales y volcanes de las Galápagos; los pingüinos, leones marinos, cormoranes y ballenas del Antártico y el Atlántico Sur; los caimanes yacaré y los jaguares de Brasil; los leones, leopardos y elefantes africanos; la tribu de los zo’e, aislada en lo más profundo de la selva amazónica; la neolítica etnia korowai de Papúa Occidental; los nómadas ganaderos dinka en Sudán; los trashumantes nenets y sus manadas de renos en el Círculo Polar Ártico; las comunidades selváticas de los mentawai en las islas al oeste de Sumatra; los icebergs del Antártico; los volcanes de África Central y de la península de Kamchatka; los desiertos saharianos; los ríos amazónicos Negro y Yuruá; las gargantas del Gran Cañón; los glaciares de Alaska… y mucho más. Habiendo dedicado tanto tiempo, energía y pasión en la creación de este trabajo, Salgado equipara Génesis con lo que él describe como «mi carta de amor a la Tierra».A diferencia de la edición limitada de coleccionista, concebida como un porfolio de gran formato que avanza en zigzag por el planeta, la edición comercial agrupa geográficamente una selección de fotografías en cinco capítulos: Zona meridional del planeta, Santuarios, África, Zona septentrional del planeta, Amazonia y Pantanal. Pese a nutrirse de la misma fuente, uno y otro libro (ambos editados y diseñados por Lélia Wanick Salgado) difieren radicalmente en sus planteamientos. Aun así, los dos constituyen un homenaje al triunfal e inigual

von Nora Sakavic

Você está pronto para o Exy? As Raposas de Palmetto State podem ser uma equipe conhecida por ter os jogadores mais desajustados, problemáticos e perigosos, mas se aprenderem a trabalhar juntos, tudo pode se tornar possível. A toca das raposas é o primeiro volume da trilogia Tudo Pelo Jogo. Preparem as raquetes porque o jogo vai começar! Só o que Neil Josten quer é fugir de um passado sangrento que o assombra aonde quer que vá. Escondido em uma cidade pequena, o único escape que tem é jogar Exy, o violento e popular esporte que atrai multidões. Mas Neil parece não ter apagado os seus rastros tão bem quanto imagina já que foi abordado por ninguém menos do que o treinador das Raposas, a infame equipe da universidade Palmetto State. Diante da chance de treinar com Kevin Day, um dos mais renomados jogadores de Exy, Neil se vê diante de uma difícil decisão, porque Kevin, além de grande jogador, é também o fantasma de um passado que não pode de jeito nenhum alcançar Neil. E junto com Day vem o perigoso Andrew Minyard, um colega de equipe que parece desconhecer o significado da palavra limites. Sem poder desperdiçar a oportunidade que o destino lhe trouxe, Neil se torna uma Raposa de Palmetto State, e seu futuro agora está nas mãos do Exy e das Raposas. A toca das raposas é o primeiro volume da viciante trilogia Tudo Pelo Jogo.

von Amária Campos de Sousa

Vozes historicamente silenciadas encontram em Mulheres quilombolas espaço para compartilhar saberes a partir de suas perspectivas, como faziam nossos ancestrais reunidos em torno do fogo, no ritual de transmissão e perpetuação de conhecimentos basilares para a comunidade. As autoras trazem para a roda uma diversidade de pautas em geral invisibilizadas na sociedade, contribuindo com suas visões de mundo, seus conhecimentos acadêmicos e suas experiências de vida para abrir novas possibilidades de debate. Assumindo o lugar de guardiãs dos saberes ancestrais, de lideranças políticas, de mulheres racializadas na sociedade, expõem em suas reflexões os muitos atravessamentos que a discussão em torno do que é ser mulher quilombola abarca. Para além da pauta identitária, como protagonistas de suas próprias histórias, as autoras denunciam os muitos percalços enfrentados pela população quilombola - que existe (e resiste) em torno de quatro mil comunidades em quase toda a extensão do Brasil -, lamentavelmente pouco divulgados e discutidos na mídia e em nossos círculos sociais. Uma oportunidade privilegiada de estabelecermos diálogo com uma epistemologia e uma realidade social em geral pouco conhecida, com uma Outridade ainda invisibilizada. Um livro do Selo Sueli Carneiro, coordenado por Djamila Ribeiro.

von Luciene Nascimento

Prefácio de Lázaro Ramos. Luciene Nascimento é poeta e escritora, e seus vídeos de pedagopoesia somam mais de 3 milhões de visualizações na internet. Foi citada pela imprensa como inspiração para novas gerações na literatura. “Luciene Nascimento é uma explosão em forma de poesia. Foi o que percebi quando tive contato com o seu jeito de compreender a identidade. Ali estavam as questões relacionadas à autoestima, à necessidade de se posicionar ou não, à saúde mental... No entanto, tudo isso vinha impregnado de algo inédito, absolutamente novo: a voz dela. Que bom que vocês terão contato com as palavras de Luciene. Ela ajuda a criar caminhos.” – Lázaro Ramos Nunca mais me esquecerei do dia em que ouvi da boca e da alma de Luciene Nascimento o poema “Tudo nela é de se amar”, que dá título a este livro de estreia. Dita em voz límpida e serena, a poesia produziu em mim a sensação de estar em contato não apenas com a voz dessa moça, mas com as vozes de muitas outras mulheres ancestrais. Era como se Luciene pudesse amalgamar tantas outras vozes silenciadas pela história e fizesse de sua poesia uma porta para um mundo historicamente desprezado, violentado. A voz de Luciene não pede revanche, mas atenção. A voz de Luciene não quer intimidar, mas se impõe pela inteligência, maturidade e potência com que traduz, a partir da sua, a jornada das mulheres negras do Brasil. Luciene Nascimento é nome a ser guardado em lugar especial. Nasce uma voz brilhante na poesia brasileira. — Pascoal Soto

von Marc-uwe Kling

Best-seller Na Alemanha, Em Breve Uma SÉrie Na Hbo! Um Livro Visionário E Muito, Muito Divertido. O Mundo Esquisito De Marc-uwe Kling Sugere Que O Futuro Não Virá Como Uma Bomba, De Uma Vez, Mas Como Uma Piscadinha De Olho. Engraçado E Emocionante Na Mesma Medida, Qualityland Traz Uma Visão Do Que Nosso Futuro Próximo Pode Se Tornar. Uma Mistura única De Humor E Crítica Social Sombria, Em Que Black Mirror Encontra Westworld E A Obra De Douglas Adams. Bem-vindo A Qualityland, A Nação Mais Poderosa E Desenvolvida Do Planeta. Tudo Em Qualityland é Pensado De Maneira A Otimizar A Sua Vida. Um Sistema Identifica Seu Parceiro Ideal, Vermes-androides Em Sua Orelha Dizem O Melhor Caminho A Tomar No Seu Dia A Dia, Drones Já Sabem, Só Pela Sua Cara, Que Você Precisa De Uma Cervejinha Bem Gelada No Fim De Um Dia De Trabalho Exaustivo. Humanos, Robôs E Algoritmos Aparentemente Convivem Muito Bem, E Tudo Gira Em Torno Do Mundo Corporativo, Hierárquico E Do Dinheiro. Ao Nascer, Cada Pessoa Recebe De Seus Genitores Um Sobrenome Específico, Que Muitas Vezes Acaba Sendo Usado Como Indicador De Seu Papel Nessa Linda E Perfeita Sociedade. Todo O Resto Que é Preciso Saber, Claro, Está Na Ficha Pessoal De Cada Habitante De Qualityland. No Entanto, Se O Sistema é Tão Perfeito Como Dizem, Por Que Existem Drones Com Medo De Voar, Droides Sexuais Com Disfunção Erétil Ou Robôs De Combate Com Transtorno De Estresse Pós-traumático? Por Que Em Qualityland As Máquinas Estão Se Tornando Cada Vez Mais Humanas, Mas As Pessoas Se Tornam Cada Vez Mais Máquinas? Uma Brincadeira Engraçadíssima, Trazida Por Meio De Uma Absurda Distopia Hipercapitalista... Uma Sátira Precisa. – Publishers Weekly O Quanto Você Gosta Desse Romance Virá Em Proporção Direta Com A Quantidade De Problemas Que Você Acha Que Temos Nesse Momento. Durma Bem. – Kirkus Reviews

von Roald Dahl

As bruxas querem trucidar, triturar e sumir com todas as crianças! Será que vão conseguir? Do célebre autor britânico Roald Dhal, As bruxas é um clássico da literatura infantil. Este não é um conto de fadas. É uma história sobre bruxas de verdade. Elas vestem roupas comuns, têm empregos comuns e se parecem bastante com pessoas comuns. Mas estão longe de serem comuns... O mais importante de tudo é que elas odeiam crianças. E a Grã-Bruxa, líder de todas as bruxas, tem um plano para fazer toda e qualquer criança desaparecer do mundo. Isto é, a não ser que um menino e a sua vovó consigam impedi-la.

von Julián Fuks

O premiado autor de A resistência faz uma revisão crítica da trajetória do gênero romance ao longo de seus supostos quatro séculos de existência. Para abarcar algo tão vago e tão vasto quanto a história de um gênero literário, Julián Fuks definiu como objeto deste livro ensaístico não o romance em si, mas a ideia abstrata de romance, tal como proposta por uma série de romancistas canônicos em ensaios, prefácios, cartas, biografias, testemunhos, entrevistas e em algumas passagens de suas ficções. Defoe, Prévost, Fielding, Goethe, Flaubert, Dostoiévski, Proust, Joyce, Woolf, Beckett, Macedonio Fernández, Cortázar, García Márquez, Vargas Llosa, Coetzee e Sebald são alguns dos nomes revisitados. A obra se estrutura numa sequência de ensaios que passam pela duvidosa ascensão do gênero, em um tempo exato e espaço restrito, pelo seu questionável apogeu, seguido da tão falada crise do romance, para, enfim, chegar nas marcas já perceptíveis de uma reascensão. Fuks não pretende aqui escrever a (impossível) história do romance, mas sim a fazer "o comentário possível sobre uma história que outros já tentaram contar algumas vezes".