Empfehlungen basierend auf "A hora da estrela"
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von Tatiana Salem Levy
Estamos em 2014. Euforia no Brasil e especialmente na cidade do Rio de Janeiro. Copa do Mundo prestes a acontecer, Olimpíadas de 2016 à vista. Tempo de esperança e construção. Júlia é sócia de um escritório de arquitetura que está planejando alguns projetos na futura Vila Olímpica. No dia de uma dessas reuniões com a prefeitura, Júlia sai para correr no Alto da Boa Vista. A certa altura, alguém encosta um cano de revólver na sua cabeça e a leva para uma área baldia. É estuprada. Deixada largada e exangue na mata, ela se arrasta para casa, onde o namorado e alguns familiares a esperam. O rosário de dor é descrito com crueza e qualidade literária poucas vezes vistas em nossa ficção.
von Carley Fortune
Best-seller Do New York Times Eleito Pelo Buzzfeed Um Dos Melhores Livros De 2022 Dizem Que Você Nunca Mais Pode Voltar Para Casa, E Para Persephone Fraser, Desde Que Cometeu O Maior Erro De Sua Vida, Isso é Uma Grande Verdade. Bem-sucedida E Independente, Percy Já Não Passa Os Verões à Beira Do Lago, Agora Ela Fi Ca Em Um Apartamento Elegante, Saindo Com Seus Amigos E Mantendo Todos A Uma Distância Segura De Seu Coração. Mas Um Dia Percy Recebe Um Telefonema Que A Leva De Volta A Barry's Bay – E Para Perto De Sam Florek, Seu Melhor Amigo E Primeiro Amor, De Quem Ela Nunca Pensou Que Teria Que Se Afastar. Ao Voltar Para O Lago Para O Funeral Da Mãe De Sam, A Conexão Entre Sam E Percy é Inegável, Como Sempre Fora. Mas Até Que Percy Possa Confrontar As Decisões Que Tomou E Os Anos Que Passou Se Punindo, Sam E Percy Nunca Poderão Saber Se O Amor Que Sentem Um Pelo Outro Pode Ser Maior E Mais Forte Que Qualquer Erro Do Passado. Depois Daquele Verão é Uma História Sobre Amor, Amizade E, Acima De Tudo, Sobre Amadurecer E Ser Capaz De Fazer As Pazes Com O Destino. Um Romance Sensível E Surpreendente Que Fará Você Pensar Em Suas Escolhas E Desencontros... O Romance De Estreia De Fortune é Todo Nostalgia E Emoção. A História De Percy E Sam é Cativante E Repleta De Nuances, Fazendo Com Que A História Passe Mais Rápido Do Que Os Meses Do Verão. [...] Percy E Sam Podem Fi Car Em Seu Coração Muito Além Da última Página. Usa Today Uma História Sobre Segundas Chances. Jodi Picoult, Autora Best-seller Do New York Times
von Liv Stromquist
Neste verdadeiro tratado sobre a aparência e as ilusões do eu, Liv Strömquist reflete sobre como a tirania da imagem vem minando a relação que travamos com nossos corpos e desejos. Um livro agudo e irreverente, que nos fará olhar de outro modo para o espelho. Por que as fotos que vemos rolar pelo feed das redes sociais podem nos levar a sentimentos de ansiedade, raiva, tristeza e frustração? Quando foi que criamos uma relação voyeurística crônica com nós mesmos? Como, afinal, enxergar a si próprio num mundo dominado pela hiperexposição? Depois dos sucessos de A origem do mundo e A rosa mais vermelha desabrocha, Liv Strömquist volta seu olhar para as imagens que brilham, sedutoras, nas telas dos nossos celulares. Do mito bíblico de Jacó à última sessão de fotos de Marilyn Monroe, da obsessão da imperatriz Sissi da Áustria com magreza e exercício físico ao roubo do busto de Nefertiti — o rosto mais belo que já existiu —, a artista sueca investiga o cânone que nos escraviza e tenta encontrar o que há de real atrás de filtros e selfies. Com a ajuda de reflexões de Susan Sontag, Naomi Wolf, Simone Weil, Eva Illouz e da madrasta da Branca de Neve, Na sala dos espelhos se pergunta como a inveja e o instinto competitivo alimentam o consumo compulsivo. Um livro raro, engraçado, com opinião e inteligência singulares.
von Serguei Dovlátov
"A mala" (Tchemodan, 1986), livro que consagrou o nome de Serguei Dovlátov (1941–1990) como um dos principais escritores russos do século XX, faz uma viagem pelo tempo através da mala que ele levou consigo ao deixar a União Soviética (1978). Se em "Parque Cultural", o autor-narrador hesita em partir de seu país natal e em "O ofício" já vive como um emigrado, em "A mala" ele desfaz a bagagem de recordações de sua Rússia particular. Cada objeto dentro da mala define uma parte do enredo — de um cinto de oficial do exército e sapatos da nomenclatura até uma jaqueta de Fernand Léger — e abre-se para uma passagem agridoce da vida do inconfundível narrador Dovlátov. Como o próprio autor descreve, “por trás de cada coisa dentro da mala, há uma história dramática, divertida ou absurda”. Com uma narração envolvente, quase como se estivéssemos ouvindo causos numa mesa de bar, os relatos de "A mala" envolvem contrabandistas, jornalistas de caráter duvidoso, escritores de passado obscuro, jovens rebeldes com causa, amizades desfeitas, amigos de copo, suicidas, ícones da sociedade soviética, tendo como pano de fundo a Leningrado dos anos 1970. Por meio de objetos — que são “a história, a época, a marca dessa época, um índice, um monograma” — o livro delineia a atmosfera cultural da cidade criada por Pedro, o Grande e, de anedota em anedota, vai ganhando densidade existencial. Os acontecimentos biográficos, que o autor retrata como bem entende, são apenas um pretexto para que ele desvele camadas contrastantes da realidade, indo da anedota ao drama, como Ígor Sukhikh observa no posfácio. O narrador em primeira pessoa, confundido com o próprio autor, lança um olhar irônico sobre o ser humano, tocando em temas típicos da obra dovlatoviana, como a censura, o alcoolismo, o antissemitismo, as desigualdades sociais e o dilema da emigração, mas aqui ele se coloca em evidência. Ao dedicar uma das histórias ao relacionamento com sua esposa, encontramos um Dovlátov atônito com a própria (in)capacidade de amar. E, como sempre, em sua prosa, "combinam-se o humor e a amargura, a desfaçatez e o sentimentalismo, a anedota ficcional e o documento factual”.
von Carla Madeira
A narrativa começa com a pergunta: como se chega ao extremo? Vedina, uma mulher destroçada por um casamento marcado pelo desamor, em um momento de descontrole abandona seu filho e, imediatamente arrependida, volta para o lugar onde o deixou e não encontra quaisquer vestígios de sua presença. Este é o acontecimento nuclear da trama que expõe as entranhas de uma família – pai alcóolatra, mãe controladora, irmãos gêmeos tensionados pelas diferenças – que, como tantas outras famílias, torna-se um lugar onde as singularidades de cada um não são acolhidas, criando rachaduras por onde a violência se infiltra.
von Tamara Klink
A preparação foi longa. Durou precisamente 24 anos para que a jovem Tamara Klink se descobrisse finalmente pronta para a partida para a sua primeira viagem em solitário, da Noruega até a França, no pequeno e recém-adquirido veleiro a que chamou Sardinha, o passo inaugural na direção do sonho de tornar-se uma navegadora. Foi o tempo de crescer, de entender e acalentar seus próprios sonhos e tomar suas decisões, ir e voltar graças a seu próprio desejo. Estar distante da família para entender-se parte dela. O livro mistura relatos de viagem, poemas e desenhos que revelam a intimidade e os desafios dessa viagem que, embora planejada, trouxe enormes desafios e aprendizados para a velejadora.
von Lucinda Riley
Obra inédita da aclamada Lucinda Riley, Morte no internato é um romance policial com uma trama instigante e a escrita envolvente que se tornaram marca registrada da autora.Lucinda é autora da série As Sete Irmãs, um fenômeno global com mais de 25 milhões de exemplares vendidos.A morte repentina de um estudante na Escola St. Stephen – um internato na região mais remota de Norfolk – é um acontecimento chocante que seu diretor faz questão de encarar apenas como um acidente infeliz.Porém, a polícia local não descarta a possibilidade de um crime, e o caso traz de volta à ativa a inspetora Jazmine Hunter. Jazz se afastou da carreira policial em Londres, mas, relutante, concorda em participar da investigação como um favor a seu antigo chefe.Ao analisar os detalhes da morte de Charlie Cavendish, ela descobre que o garoto fazia bullying com diversos alunos e que alguns tiveram o motivo e a oportunidade de trocar os comprimidos que ele tomava diariamente para controlar a epilepsia.Para complicar a investigação, outro estudante some e um respeitado acadêmico morre na St. Stephen. Os novos acontecimentos trazem pistas importantes para o caso, mas, quando um dos suspeitos desaparece, Jazz se vê ainda mais enredada em mistérios.Precisando enfrentar seus demônios pessoais, a inspetora percebe que aquela investigação é a mais desafiadora de sua carreira. O internato esconde segredos mais sombrios do que Jazz jamais poderia ter imaginado...
von Liz Moore
O livro que Taylor Swift leu durante a The Eras Tour, em breve uma série da Netflix! Considerado pelo New York Times o melhor thriller e romance policial de 2024, incluído na lista dos "100 livros de leitura obrigatória do ano" da revista Time e eleito o número 1 do ano pela People, Ecos da floresta conduz o leitor a uma história de sucessões e segundas chances, mergulhando nas tensões entre uma família e a comunidade ao seu redor — e da qual ninguém sairá impune. Manhã, agosto de 1975. A monitora do Acampamento Emerson encontra uma das camas vazia — a campista Barbara Van Laar desapareceu. No entanto, Barbara não é qualquer menina de treze anos; ela é a filha dos donos do acampamento, que também empregam grande parte dos moradores da região. E essa não é a primeira vez que uma criança dos Van Laar some: catorze anos antes, o irmão mais velho de Bárbara desapareceu de forma semelhante e nunca mais foi encontrado. Junto com uma busca frenética, desenrola-se uma emocionante trama, com pontos de vistas de diferentes pessoas e épocas. Ao destrinchar todas as camadas do mistério em torno da poderosa família Van Laar e da comunidade que vive e trabalha à sua sombra, a história multifacetada de Liz Moore convida os leitores a uma rica e cativante dinastia de segredos. "Uma joia rara, um thriller literário imersivo e envolvente. Um romance sobre o amor após uma tragédia e sobre famílias do melhor — e do pior — tipo." — PAULA HAWKINS "Um romance que, no começo, é difícil parar de ler. E, a partir da página duzentos, impossível." — STEPHEN KING "Extraordinário... me lembra da estreia de Donna Tartt, em 1992, com A história secreta... Eu estava submersa em um mundo ficcional tão rico, que passei horas sem emergir em busca de ar." — MAUREEN CORRIGAN "Esse thriller ardilosamente ritmado... tem o cinetismo de uma minissérie bem elaborada." — THE NEW YORKER