Empfehlungen basierend auf "A Gorda (Portuguese Edition)"
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von Lauren Roberts
Talvez não seja preciso ter um poder para ser poderosa.Kai é um príncipe poderoso, treinado para matar. Paedyn é uma garota comum que sobrevive fingindo ter poderes. Quando os caminhos dos dois se encontram por acaso, eles não imaginam que serão oponentes em uma competição mágica brutal. Nem que se verão envolvidos em um romance proibido e perigoso ― tão impossível quanto inevitável.Apenas os Notáveis são aceitos no reino de Ilya. Os poderes diversos que possuem há décadas foram concedidos pela Peste, e aqueles que nascem Comuns são apenas isso ― comuns. Quando o rei decretou que qualquer pessoa sem uma habilidade especial fosse perseguida e banida, Paedyn Gray tornou-se criminosa por destino e ladra por necessidade.Sobreviver nas favelas sem ter um poder não é simples, e Paedyn sabe disso melhor do que ninguém. Treinada para mentir, ela se apresenta como uma Psíquica, camuflando-se da melhor forma possível em meio aos outros. Até o dia em que salva a vida de Kai, um dos príncipes de Ilya. De repente, ela se vê convocada para as Provas do Expurgo, uma competição destinada a exibir os poderes dos Notáveis ― exatamente o que ela não tem. Para piorar, Kai é um de seus oponentes, e fica cada vez mais difícil ignorar a atração que cresce entre os dois. A realidade é que, se as Provas não matarem Paedyn, Kai certamente o fará quando descobrir que ela é… completamente Comum.Best-seller do New York Times e queridinho do BookTok, Powerless é o primeiro livro de uma trilogia emocionante que está conquistando leitores por todo o mundo. Com uma combinação certeira de fantasia e romance, Lauren Roberts reflete sobre a jornada de uma mulher para encontrar a própria força.
von Alex Aster
Isla Crown conquistou o amor de dois dos governantes mais poderosos de Lightlark e pôs fim às maldições que atormentaram os reinos por séculos, mas ainda assim poucas pessoas conhecem a origem de seus poderes.Agora, após uma traição devastadora, Isla se vê ávida por distrações, preferindo se embrenhar pelos mistérios da ilha de Lightlark a encarar seus deveres como líder de dois reinos distintos. Para piorar, os outros governantes não pretendem conceder sua vitória de bom grado, e muitos acreditam que sua ascensão ao poder não foi merecida.Enquanto uma guerra se arma no horizonte e profecias fatais assombram o destino de Isla, ela precisa pesar suas responsabilidades para com seu povo contra os desejos mais profundos do próprio coração. Pois a escolha está em suas mãos: o sol ou a sombra, o passado ou o presente. E o preço pode ser o futuro de todos.Nesta emocionante continuação de Lightlark, romantasia de sucesso internacional, Isla Crown precisará lutar contra seus inimigos enquanto resiste ao maior traidor de todos: o próprio coração.
von Elsie Silver
Meu contrato diz que o acordo é por dois meses... Mas meu coração diz que é para sempre. Ser babá de um garotinho por alguns meses deveria ser fácil, o problema é que Willa não consegue tirar os olhos do pai dele e o pai dele não consegue tirar as mãos dela. Depois que o bar onde ela trabalha fecha para reformas, Willa Grant fica sem rumo na vida. Mas sua amiga Summer tem a solução ideal e a convida para passar o verão no rancho sendo babá de Luke, sobrinho do noivo dela. O pai de Luke, Cade, evita até olhar para Willa. E tudo bem, porque além de ser rude e mal-humorado, ele ainda é 13 anos mais velho que ela. O problema é que Cade tem os ombros largos, as mãos calejadas e uma boca suja que deixam Willa com as pernas bambas. Quando eles acabam juntos na banheira de hidromassagem para um jogo de verdade ou consequência, todas as suas convicções caem por terra. Assim como as roupas dos dois. À medida que se entregam à atração, Willa percebe que a rispidez dele é só fachada. Afinal, nunca se sentiu protegida assim com homem nenhum. E Cade começa a ver que, quando aceita o risco e abre o coração, coisas boas podem acontecer. Quem sabe até o amor.
von Marlen Haushofer
Ao Acordar Sozinha No Chalé De Caça Onde Estava Hospedada Nos Alpes Austríacos, A Narradora Deste Romance Descobre-se Cercada Por Uma Barreira Invisível E Intransponível. Do Outro Lado, O Mundo Parece Petrificado, Suspenso Num Misterioso Estado De Destruição Imóvel E Silenciosa. Sem Acesso à Civilização, Ela Precisa Aprender A Sobreviver Em Completa Solidão, Acompanhada Apenas Por Um Cachorro Chamado Lince, Uma Vaca Que Batiza De Bella E Uma Gata. A Certa Altura De Seu Isolamento, Põe-se A Escrever Um Relato — O Próprio Romance Que Lemos — No Qual Narra O Abandono Gradual De Sua Identidade Social, E Particularmente Da Ideia De Feminilidade Que A Sociedade Lhe Impunha. A Narradora De Haushofer Passa Grande Parte Do Romance Se Despindo De Sua Essência, Observa James Wood No Posfácio Incluído Nesta Edição Brasileira. A Primeira Coisa A Ir Embora é O Exoesqueleto Social De Sua Feminilidade. Reconhecida Como Uma Das Grandes Obras Da Literatura Distópica E Feminista, E Publicada Em 1963 — Um Prenúncio Dos Piores Anos De Tensão Nuclear Na Guerra Fria —, A Parede Apresenta, Com Precisão E Força Narrativa, Uma Jornada íntima E Universal. Ao Mesmo Tempo, Propõe Uma Visão Também Utópica: Sozinha, A Protagonista Forma Uma Nova Comunidade Baseada No Cuidado E Na Conexão Com A Natureza. Para Ela, Amar Um Animal Se Torna Mais Fácil — E Talvez Mais Verdadeiro — Do Que Amar Um Ser Humano. Em Uma Narrativa Que Combina O Realismo Vívido Da Vida Reconstruída A Partir Do Essencial — Plantar, Caçar, Cuidar — E Uma Meditação Filosófica Sobre O Tempo, O Corpo E O Sentido Da Vida, Haushofer Captura Uma Radical Dessencialização Do Humano. É Difícil Deixar De Lado Um Delírio De Grandeza Há Muito Enraizado, Constata A Narradora. A Parede é Um Clássico Que Desafia A Ideia De Progresso E Nos Confronta Com A Pergunta: O Que Realmente Importa Quando Tudo O Que Resta é Sobreviver?
von Holly Jackson
Na conclusão arrepiante da série best-seller Manual de assassinato para boas garotas, chegou a hora de Pip salvar a si mesma Pip está prestes a ir para a faculdade, mas ainda é assombrada pelo desfecho de sua investigação mais recente. Devido à fama de detetive amadora, ela se acostumou a receber ameaças na internet. Mas, nos últimos tempos, uma pergunta não para de surgir: Quem vai investigar quando você desaparecer? Após uma série de eventos estranhos, Pip percebe que está sendo perseguida de verdade. E pior: seu stalker pode estar conectado a um assassino que aterrorizou a região na mesma época do caso de Andie Bell. Com a ajuda de Ravi, a garota precisa descobrir quem está por trás disso... antes que se torne a próxima vítima. Envolta em uma teia de segredos e perigos, Pip toma atitudes drásticas. Tudo em Little Kilton parece estar interligado e apontar para um único suspeito. É a investigação mais importante de sua vida, e também a última. Aconteça o que acontecer, seus dias de boa garota vão chegar ao fim. Prepare-se para questionar tudo o que achava que sabia com o desfecho chocante da jornada de Pip. Na aguardada conclusão da série Manual de assassinato para boas garotas, Holly Jackson entrega mais uma trama envolvente, assustadora e inesquecível.
von Sarah J. Maas
" A autora #1 do New York Times Sarah J. Maas lança sua nova série Cidade da Lua Crescente, agora com tradução revista. Neste primeiro volume, Casa de terra e sangue, conhecemos a história da semifeérica Bryce Quinlan, que busca vingança em um mundo de fantasia contemporâneo repleto de magia, perigo e romance abrasador. Bryce Quinlan tinha a vida perfeita - trabalhava duro o dia todo e festejava noite adentro -, até que um demônio assassina alguns de seus melhores amigos, deixando-a destruída e mudando sua vida para sempre. Sem entender como sobreviveu ao ataque da besta, a semifeérica tenta superar a perda, com o consolo de que o culpado por conjurar o demônio está atrás das grades. Mas quando os crimes recomeçam, dois anos depois e com as mesmas características, Bryce se vê no meio de uma investigação que pode ajudá-la a vingar a morte dos amigos. Hunt Athalar é um notório anjo caído, agora escravizado pelos arcanjos que um dia tentou derrubar. Suas habilidades brutais e força incrível foram definidas para alcançar um único objetivo: assassinar – sem perguntas – os inimigos do seu chefe. Mas com um demônio causando estragos na cidade, ele ofereceu um acordo irresistível: ajudar Bryce a encontrar o assassino, e sua liberdade estará ao seu alcance. Enquanto Bryce e Hunt se aprofundam nas entranhas da Cidade da Lua Crescente, eles descobrem um poder sombrio que ameaça tudo e todos que amam, e encontram um no outro uma paixão ardente – que teria o poder de libertar os dois, se eles apenas a aceitassem. Com personagens inesquecíveis, romance ardente e um suspense eletrizante a cada virar de página, Casa de terra e sangue é o primeiro volume de Cidade da Lua Crescente, a nova série de fantasia da autora best-seller no 1 do New York Times, Sarah J. Maas. Com mais de 1 milhão de exemplares vendidos em todo o mundo, Sarah é um fenômeno. Vencedora de três prêmios literários em anos consecutivos, a autora possui uma legião de fãs apaixonados. Agora, estreia brilhantemente no universo da ficção new adult. "
von Tatiana Salem Levy
Aos dez anos, a protagonista deste romance relaxa numa piscina, na companhia da mãe e do padrasto. Sem ter chegado ainda à puberdade, se desfaz da parte de cima do biquíni e desfruta da inocência sob o sol e o vento. O sossego é interrompido quando o padrasto, um aclamado cineasta, apresenta o esboço do desenho de observação que fizera dela, marcando assim o fim da sua inocência. Fazendo do título do livro um paradoxo brilhante, a narradora resolve então contar tudo (ou quase): da doença galopante que vai tirar a mãe do seu convívio ainda na juventude à reação de um companheiro a um aborto da protagonista já madura e morando no exterior.
von Cida Bento
Neste livro poderoso, Cida Bento — eleita em 2015 pela The Economist uma das cinquenta pessoas mais influentes do mundo no campo da diversidade — denuncia e questiona a universalidade da branquitude e suas consequências nocivas para qualquer alteração substantiva na hierarquia das relações sociais. * Leitura obrigatória do vestibular da UFPR. Diante de dezenas de recusas em processos seletivos, Cida Bento identificou um padrão: por mais qualificada que fosse, ela nunca era a escolhida para as vagas. O mesmo ocorria com seus irmãos, que, como ela, também tinham ensino superior completo. Por outro lado, pessoas brancas com currículos equivalentes — quando não inferiores — eram contratadas. Em suas pesquisas de mestrado e doutorado, a autora se dedicou a investigar esse modelo, que se repetia nas mais diversas esferas corporativas, e a desmistificar a falácia do discurso meritocrático. O que encontrou foi um acordo não verbalizado de autopreservação, que atende a interesses de determinados grupos e perpetua o poder de pessoas brancas. A esse fenômeno, Cida Bento deu o nome de "pacto narcísico da branquitude". Neste livro, a cofundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) reúne sua experiência para apresentar evidências desse acordo tácito e nos convidar a deslocar nosso olhar para aqueles que, a fim de se manter no centro, impelem todos os outros à margem.
von Itamar Vieira Junior
O livro que encerra a "Trilogia da terra" iniciada por TORTO ARADO. Salvador, Bahia. Rita Preta, uma operadora de caixa de supermercado e mãe de três filhos, vê sua vida ser transformada quando um deles – um adolescente - some sem deixar rastro na comunidade onde reside na capital baiana. Na sua jornada em busca de respostas, ela enfrenta as possibilidades de perder seu emprego, seu relacionamento amoroso com um caminhoneiro, e até mesmo a própria vida, ameaçada pela atmosfera de violência e arbítrio que envolve o desaparecimento. Ao ter seu presente interrompido pelo evento inesperado, Rita se vê imersa nas memórias de seu passado: a saída precoce da casa da família no campo para trabalhar como empregada doméstica na cidade; a difícil relação com a avó Carmelita, a filha desaparecida de Donana; além da culpa que carrega por um trágico acidente envolvendo seus irmãos. Afligida outra vez por um permanente sentimento de desterro ao revisitar cada lembrança, ela descobre ecos de sua existência nas histórias dos seus antepassados enquanto se dirige à terra onde passou seus primeiros anos. Se por um lado, tenta reunir os fragmentos de sua história para se manter íntegra no presente, por outro, procura involuntariamente a chave para um recomeço. Na terceira e última parte da " Trilogia da terra" iniciada com Torto arado e seguida por Salvar o fogo, acompanhamos Rita Preta, descendente da linhagem de Donana Chapéu Grande, parte da geração obrigada a deixar suas terras pelos acirramentos dos conflitos fundiários para viver nos limites da cidade. Pessoas que têm seu direito à terra negado e continuam ameaçadas pelas instituições que violam seu território mais íntimo, o corpo, vivendo a herança atemporal da violência que assola o país há séculos. Mas Coração sem medo é também uma narrativa sobre o poder da imaginação contra o esquecimento: o novo romance de Itamar Vieira Junior é o testemunho literário sobre a força das histórias que precisam ser contadas, revelando o vigor inquebrantável do espírito humano. Coração sem medo é, acima de tudo, uma história da gente brasileira.
von Clarice Lispector
Clarice, me dá tua mão. Tudo parece de novo impossível nesse frêmito de eternidade que é o presente, mas confio na nossa aproximação: aconteceu daquela vez o impensável; adaptar A paixão segundo G.H. para o teatro. Não fui sozinha como você, embora quando estive ali, cara a cara com a barata, era eu mesma, sozinha como um caco de vidro, um cachorro e uma galinha estão sós e cara a cara. Com o quê? Consigo. Eu fui, ao encarnar durante mais de dois anos a G.H. num monólogo para o teatro – adaptado por Fauzi Arap e dirigido por Enrique Díaz –, uma pessoa sem a pessoa que eu era antes para fazer companhia para mim mesma. Fui perdendo as cascas, o invólucro, mergulhando em águas cada vez mais densas e profundas, perdendo o contorno humano, transladei para outra, outro lugar, desconhecido, terrível e maravilhoso, que não eu. Mas houve as mãos que me ajudaram na travessia. As suas mãos, Clarice. As suas mãos de escritora que tantas vezes anseiam as nossas para irmos contigo, nessa grande odisseia de uma mulher que viaja para dentro de si e se despersonaliza. Ela desvira o Eu. Ela se te revira. Não é brincadeira o que acontece aqui, é coisa que se lê e se toma e entra no próprio sangue, é saber xamânico, potente, destruidor e revivificador. Nada se cria sem desfazer essas camadas de noções fossilizadas sobre nós mesmos e o mundo. Tuas palavras agem sobre mim, ainda e sempre. Agora, neste ano de 2020, é seu aniversário de 100 anos. A paixão foi escrito em 1964. Imagino você aqui escrevendo sobre o agora, o momento presente atravessando as paredes de sua casa e de seu corpo e se metamorfoseando em palavras que você escreve e essas palavras agem, transformam a vida. Nós estamos olhando a vida que se nos olha, Clarice. A vida se nos é, e se me é, tão radicalmente agora, que voltei a andar com teu livro colado em mim. Livro que é registro desse tempo eterno onde fracassamos e vamos de novo, com o fracasso das nossas existências e palavras. Das milhares de apresentações possíveis que eu poderia fazer, eu escolho dizer sim; sim, leia este livro como experiência que se vive. Entrar pelo corpo, e ir com as palavras mais "pelo que elas fazem do que pelo que elas falam", ir com G.H., atravessando esses portais e ir se perdendo nas paredes, nos hieróglifos da casa, nas marcas deixadas pelo outro, e ir indo, parando e recuperando o fôlego até mergulhar completamente nesta obra extraordinária que nunca mais vai parar de acontecer. — Mariana Lima, Atriz e produtora Nova edição de A paixão segundo G. H. em capa dura e forração de tecido para coleção Clarice Essencial com posfácio de Luiz Fernando Carvalho.